01/082011
 

 
 
     
 

Caro “pastor”, não se serve a dois senhores, ao mesmo tempo

 

ARTIGO:  Wilson Ogunhê

 

 

Meu Poder Superior não permitiu que eu ficasse em silêncio, depois das provocações do suposto pastor, médico e vereador Vicente Schiavão que, desprovido de vocabulários interessantes para um homem de Deus, médico e vereador, se propôs a fazer diagnóstico sobre uma doença imputada por ele a mim, na emissora do deputado Curiati, no programa do seu colega vereador Ripoli.

 

É comum esperar na defesa de um político diversas formas de ataque à maneira do jornalista escrever, principalmente quando a mídia mostra, com autenticidade, o que vem ocorrendo nos meandros da política, onde está hoje o médico, vereador e pastor Vicente Schiavão.

 

Não existe vereador que seja tão comentado nos quatro cantos da cidade, justamente por declarações e pronunciamentos em que se coloca quase sempre como vítima da imprensa, enquanto que o Portal da Transparência e as quebras de ordem cronológicas mostram seu crescimento financeiro, menos político.

 

Mas, nem tudo isso pesa mais que o diagnóstico feito pelo suposto pastor, médico e vereador, envolvido em casos de corrupção e que, desprovido de preparo, vai até o programa do vereador Ripoli e afirma a um número expressivo de ouvintes que este jornalista sofria da Síndrome de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), sendo que nunca lhe dei o direito de fazer qualquer diagnóstico de minha pessoa, muito menos em um programa de rádio.

 

Jamais atingi a honra ou a dignidade do pastor, médico e vereador. Não fui eu que disse que era aleijado. Quem afirmou isso publicamente foi o próprio vereador Vicente que, como médico, deveria saber que de aleijado não tem nada, pois não lhe falta nenhuma parte do corpo. Portanto, deveria saber que é apenas uma pessoa deficiente.

 

Não posso ser responsabilizado se o médico-vereador e pastor, ao invés de salvar vidas, em tese, resolveu salvar notas de garoupas e oncinhas, já que é o que mais fica em evidência em suas três profissões, onde o dinheiro escuso supostamente aparece primeiro.

 

Por outro lado, não me restou alternativa senão processá-lo e também a outro vereador, pelo fato de me levar a constrangimento, depois de faltar com a ética profissional o que tem sido comum e até mostrado pelo fato de ser condenado a pagar indenização a paciente por falta de ética.

 

É bem provável que o pastor-médico e vereador Vicente José Schiavão não saiba avaliar a que ponto me expôs nos meios sociais de Avaré ao apontar em uma emissora de rádio um diagnóstico público e sem embasamento, cujo objetivo só poderia ser me embaraçar.

 

Hoje sou vítima dos mais variados tipos de constrangimento em locais aonde vou, sendo vítima de brincadeiras muitas vezes sem nexo, até mesmo perante ou entre meus amigos.

 

Por essa razão, fui obrigado a procurar a Justiça e até mesmo o Conselho Regional de Medicina(CRM), para que se inteirem do assunto e que se possa fazer justiça para que esse tipo de comportamento inadequado em emissoras de rádio não se torne uma rotina costumeira pelo pastor, médico e vereador Vicente José Schiavão, que, como pastor, deve ter-se esquecido de que, segundo um princípio bíblico, não se serve a dois senhores ao mesmo tempo(Matheus 6:24), muito menos  a três.