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Caro
“pastor”, não se serve a dois
senhores, ao mesmo tempo
ARTIGO:
Wilson Ogunhê
Meu Poder Superior
não permitiu que eu ficasse em
silêncio, depois das provocações do
suposto pastor, médico e vereador
Vicente Schiavão que, desprovido de
vocabulários interessantes para um
homem de Deus, médico e vereador, se
propôs a fazer diagnóstico sobre uma
doença imputada por ele a mim, na
emissora do deputado Curiati, no
programa do seu colega vereador
Ripoli.
É comum esperar na
defesa de um político diversas
formas de ataque à maneira do
jornalista escrever, principalmente
quando a mídia mostra, com
autenticidade, o que vem ocorrendo
nos meandros da política, onde está
hoje o médico, vereador e pastor
Vicente Schiavão.
Não existe vereador
que seja tão comentado nos quatro
cantos da cidade, justamente por
declarações e pronunciamentos em que
se coloca quase sempre como vítima
da imprensa, enquanto que o Portal
da Transparência e as quebras de
ordem cronológicas mostram seu
crescimento financeiro, menos
político.
Mas, nem tudo isso
pesa mais que o diagnóstico feito
pelo suposto pastor, médico e
vereador, envolvido em casos de
corrupção e que, desprovido de
preparo, vai até o programa do
vereador Ripoli e afirma a um número
expressivo de ouvintes que este
jornalista sofria da Síndrome de
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC),
sendo que nunca lhe dei o direito de
fazer qualquer diagnóstico de minha
pessoa, muito menos em um programa
de rádio.
Jamais atingi a honra
ou a dignidade do pastor, médico e
vereador. Não fui eu que disse que
era aleijado. Quem afirmou isso
publicamente foi o próprio vereador
Vicente que, como médico, deveria
saber que de aleijado não tem nada,
pois não lhe falta nenhuma parte do
corpo. Portanto, deveria saber que é
apenas uma pessoa deficiente.
Não posso ser
responsabilizado se o
médico-vereador e pastor, ao invés
de salvar vidas, em tese, resolveu
salvar notas de garoupas e oncinhas,
já que é o que mais fica em
evidência em suas três profissões,
onde o dinheiro escuso supostamente
aparece primeiro.
Por outro lado, não
me restou alternativa senão
processá-lo e também a outro
vereador, pelo fato de me levar a
constrangimento, depois de faltar
com a ética profissional o que tem
sido comum e até mostrado pelo fato
de ser condenado a pagar indenização
a paciente por falta de ética.
É bem provável que o
pastor-médico e vereador Vicente
José Schiavão não saiba avaliar a
que ponto me expôs nos meios sociais
de Avaré ao apontar em uma emissora
de rádio um diagnóstico público e
sem embasamento, cujo objetivo só
poderia ser me embaraçar.
Hoje sou vítima dos
mais variados tipos de
constrangimento em locais aonde vou,
sendo vítima de brincadeiras muitas
vezes sem nexo, até mesmo perante ou
entre meus amigos.
Por essa razão, fui
obrigado a procurar a Justiça e até
mesmo o Conselho Regional de
Medicina(CRM), para que se inteirem
do assunto e que se possa fazer
justiça para que esse tipo de
comportamento inadequado em
emissoras de rádio não se torne uma
rotina costumeira pelo pastor,
médico e vereador Vicente José
Schiavão, que, como pastor, deve
ter-se esquecido de que, segundo um
princípio bíblico, não se serve a
dois senhores ao mesmo tempo(Matheus
6:24), muito menos a três.
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