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::::::::[ OPINIÃO ]::::::::

 

 
 

Guerra no Centro Avareense, baile na Praça da Paz

 

Não resta dúvida de que a proposta de se fazer um carnaval no pé de Cristo Redentor, na Praça da Paz, mexeria com a opinião pública de Avaré.  E com muita razão, pois, quando se discutem procedimentos, quem ganha e a cidade mesmo.

 

Se a idéia de realizar o baile de carnaval do Centro Avareense junto com a Prefeitura foi com intenção de alegrar o associado, a atual direção do clube acaba de cometer um deslize sem igual se contrapondo à opinião do sócio.

 

A direção do Centro causou um transtorno sem igual aos sócios, mas serviu pelo menos para que o mesmo comece a acordar e prestar mais atenção ao andamento administrativo de uma sociedade que acaba de completar 82 anos, numa triste situação financeira.

 

É mais que necessário informar que as condições tanto na parte social como financeira do clube não é de agora, e ninguém pode culpar o atual presidente César Negrão, que foi muito corajoso em assumir uma posição de presidente, de um clube praticamente quebrado.

 

A realidade é que, em Avaré, pelo fato das represálias serem constantes e as ameaças de processo causarem receio a muita gente, a omissão e o medo passam a ser companheira daqueles que abusam e tiram proveito do poder.

 

Acabar com um carnaval tradicional é não observar a extensão do problema. Foi quebrada uma tradição de mais de 80 anos, fundamentada apenas na vontade de uma diretoria que não ouviu o associado, para tirar conclusões.

 

O fato é que, depois que Luiz Otávio Clivatti fez do Centro Avareense sua base eleitoral, com a finalidade de administrar o clube com olhos mais para os amigos do que para os sócios, as opiniões passaram a se dividir.

 

O caso é que, na época, para não sofrer represálias, ninguém ponderava críticas contra o andamento da administração. Embora Clivatti tenha administrado com honestidade, não conseguiu tirar a característica de que o clube era mais para a sua “patota”. 

 

Talvez com todo esse acontecimento, o associado do Centro Avareense aprenda que tem que ter a responsabilidade de fiscalizar o que é seu, pois o clube nunca foi e nunca será da “turma do Clivatti”, mas sim dos sócios que pagam suas mensalidades, mas não vão ter carnaval para seus filhos.

 
   
     
 


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