Colunista

Cuidado com aquele que o influencia | João Antonio Pagliosa
08 de agosto, 2016

Todos os homens são seres pensantes. Vemos, ouvimos, analisamos as situações, e agimos de acordo com nosso entendimento. Possuímos livre arbítrio, somos soberanos na decisão do que fazer e de como agir.

Por raciocinarmos, e por possuirmos liberdade de agir, jamais poderemos culpar quem quer que seja, sobre o que acontece conosco, e muito menos sobre as decisões que tomamos.

Nós somos, portanto, os únicos culpados de tudo que nos acontece. E quando não somos culpados, nós sempre temos responsabilidades pelo que nos acontece.

Em Gênesis, capítulo 3, a Bíblia narra sobre a queda do homem. Adão e Eva foram expulsos do paraíso porque transgrediram, eles pecaram via influência assaz nefasta, de uma serpente ardilosa. Foram enganados por alguém que os influenciou, que mexeu com suas emoções, que os derrubou! Enganados por uma mentira sutil! De alguém que sabia o que queria!

“Se comerem do fruto proibido, serão como o próprio Deus”! Esta frase mexeu com as emoções de Eva. E, ela sucumbiu!

Adão foi influenciado pela sua companheira Eva e, quando foi arguido por Deus sobre seu pecado, esquivou-se de sua culpa, dizendo-lhe assim: “A culpa é sua, Deus, porque tu me deste esta companheira, e foi ela que me convenceu a comer do fruto proibido”.

Eva foi influenciada pela serpente e quando arguida por Deus, também se esquivou de culpa, dizendo: “A culpa é da serpente. Foi ela quem me convenceu a comer do fruto proibido. Ela me enganou”.

Ambos foram expulsos do paraíso! Acabou a vida de prazer e alegria! A partir de agora o homem terá que trabalhar, se quiser comer. A partir de agora conhecerá dores, doenças, angústia, opressão, morte!

Tudo perdido em função de uma mentira vil!

Portanto, prezado leitor, tenha sempre muito cuidado com aquele que o influencia, e recorde que os precursores da história da humanidade perderam a glória de Deus porque pecaram, e pecaram porque foram influenciados por outrem.

Influências nefastas causam muita dor, e não raro, causam morte!

Há pessoas muito difíceis de apascentar, e é da natureza humana nos esquivarmos de nossas falhas. Para a maioria, é relativamente fácil tirar o corpo fora e culpar o outro.

Na queda do homem, conforme narrado em Gênesis capítulo 3, é fácil entender que a serpente não tinha culpa nenhuma. Ela exercia o seu papel, isto é, fazer o homem pecar. E ela conseguiu pela sua astúcia!

Como somos seres pensantes, nunca teremos razão ao culpar alguém pelas nossas dificuldades, ou problemas que enfrentamos. Se alguém nos influenciou mal não é justificativa, porque sabemos o que é certo e o que é errado. A Bíblia está plena de conselhos neste sentido.

Ora, qualquer pessoa influencia outras pessoas, e mesmo sem nos darmos conta, influenciamos a vida de muitos outros.

A serpente que fez Eva pecar era muito sagaz e esperta. O inimigo nunca usará ingênuos para influenciá-lo para o lado mau. Para vê-lo cair ele usará toda sua sagacidade e malícia! É próprio do inimigo.

Eva deu ouvidos à serpente, e a culpou!

Adão negligenciou seu papel de sacerdote, e esquivando-se de responsabilidade, culpou Deus!

Gente do céu, há neste mundo, muitos homens omissos e irresponsáveis. Há muitos que cometem transgressões, afrontam, mentem, deturpam, corrompem e infernizam a vida dos seus semelhantes. E eles NÃO assumem os seus erros! Nunca assumem! Mentem sempre...

E continuam mentindo...

Deus julga e julgará culpas e responsabilidades. Ele expulsou Adão e Eva porque os considerou culpados, e os sentenciou.

E teve início a saga da humanidade!

Para nós, já não importa de quem é a culpa. Nós temos a responsabilidade porque somos herdeiros de Adão e Eva e precisamos batalhar pela própria sobrevivência. Nada vem de graça, a partir da queda do homem!

Hoje, delação premiada está em voga, principalmente aqui no Brasil. Sou altamente favorável a este procedimento, e entendo que a Operação Lava Jato, devolverá aos brasileiros o direito de ver justiça cumprida, o direito de ver bandidos no lugar que precisam estar, isto é, na cadeia!

O Brasil quase sucumbiu aos corruptos, meus prezados! É preciso vigiar!

Daí, é mister, recordar o rei Salomão no versículo 10 do capítulo 1, onde lemos: “Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas”.

A nossa vida sempre é o resultado de nossas influências, e é o somatório de nossas múltiplas experiências.

E, em 1 Coríntios 5:9 a 13, está escrito: “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me, com isso, não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras; pois, neste caso, teríeis de sair do mundo. Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador,  com esse tal, nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgai vós os de dentro? Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor.”

Muito cuidado, meu prezado! Esteja sempre atento com aquele que o influencia...

João Antonio Pagliosa

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

Curitiba, 09 de agosto de 2016.

 

Salvação | João Antonio Pagliosa
05 de agosto, 2016

Salvação é um ato soberano da vontade de Deus, que em seu filho, nos reconciliou consigo mesmo. É ainda, a demonstração do imenso amor de Deus por toda a humanidade.

É o maior presente de Deus ao homem, sua criação mais perfeita. Sua obra prima!

Em Atos, 4 : 12, vemos que não há salvação que não seja através do nome de Jesus. Não há outro nome. Sem Jesus não há como chegar ao paraíso. Ele é a porta de entrada dos céus!

A salvação da humanidade tem como característica, dois atos de Deus, ou seja, a soberana vontade, e a infinita misericórdia, ou graça do Senhor.

E em 2 Corintíos 5 : 18, o apóstolo Paulo mostra que somos reconciliados com Deus, por intermédio de Cristo. Ele, Cristo, nos outorgou o ministério da reconciliação. Uh, glória!

Em João 1 : 12, observamos a diferença entre os filhos e as criaturas de Deus. Filhos são os que recebem a Jesus, e creem no seu nome, e seguem os seus passos. Criaturas são os que vivem no mundo, e amam o mundo e as coisas do mundo.

Nossa salvação custou um alto preço para Jesus, mas para nós a salvação é gratuita, não obstante, jamais poderíamos pagar por este resgate. Nem por obras, nem por nada que fizéssemos. Só pela graça de Deus. E isso está muito bem corroborado em Efésios 2 : 8 e 9.

Todos necessitam salvação, e todos necessitam arrepender-se de seus pecados, porque o pecado entrou no mundo ainda no Éden, logo após a criação do mundo.

E Deus só exigiu obediência do homem. E Deus não foi atendido! O homem desobedeceu. Transgrediu. Pecou!

E para toda descendência do homem, foi transmitida como herança, o estigma do pecado e da morte. Tudo que nos acontece é herança do pecado, e isso é muito claro em Romanos 5 : 12, onde lemos: “ Concluindo, da mesma forma como o pecado ingressou no mundo por meio de um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte foi legada a todos os seres humanos, porquanto todos pecaram.”

Como escapar desta condenação? Romanos 8 : 1 é direto ao ponto: “Portanto, agora não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.”

Mas, meus prezados leitores, os efeitos do pecado afetam o homem, física, moral e espiritualmente, e sempre de forma muito negativa.  As consequências do pecado nos afetam e acarretam sete diferentes coisas:

Auto justificação:  Adão e Eva sentiram-se nus e cobriram-se com folhas das árvores próximas.

Medo: Ao ouvirem a voz de Deus, Adão e Eva tiveram medo.

Trabalho: A partir daqui será preciso trabalhar para comer. Tudo com dores e sacrifícios.

Morte: O homem retorna ao pó da terra.

Expulsão do Éden: Deus expulsa o homem do céu.

Violência e homicídios: Caim matou Abel. As brigas, a violência, os homicídios começam e não param mais. Observe o mundo a sua volta...

A maldade abate o homem: O homem torna-se mau, e se corrompe, e se prostitui, e se violenta, e vem enfermidades que o debilitam, o destroem, e o reduzem a cacos.

Para sermos salvos e alcançarmos a glória de Deus, precisamos considerar três aspectos distintos e simultâneos:

1-    Justificação : Como justificar-se com Deus? Ora, a morte de Jesus permitiu justificativas. Deus é o ofendido e Ele reconcilia consigo mesmo, o homem ofensor.

2-    Regeneração : Em pecado, o homem está longe de Deus e nas mãos de Satanás. A morte de Cristo nos livrou do pecado, e somos novas criaturas.

3-    Santificação : O homem abandona o pecado. Ora, isto se refletirá nas atitudes exteriores do homem convertido. O seu comportamento é santo, e todos percebem.

O resultado da salvação é possuir uma fé viva em Cristo. É obter vitória sobre o mundo, e sobre o pecado.

As pessoas pecam porque são tentadas. Eva foi enganada porque não conhecia o perigo a que estava exposta, por isso, fortaleça-se em suas fraquezas. Não ceda a tentação... Pode ser gostoso, mas é muito perigoso...

Cada um de nós conhece os pontos em que somos mais fragilizados, e o inimigo também sabe onde somos fracos. E ele não deixa barato, e sempre cria situações que nos levam a pecar.

Seja sábio, fortaleça-se e fuja das armadilhas que Satanás arma contra você. Lembre-se amiúde que o Espírito Santo está em nós, e Ele é nosso melhor amigo, e nosso mais esforçado conselheiro. Recorra ao Espírito Santo e vigie todo o tempo.

Sim, vigie todo o tempo. Sabe por quê?

Porque o resultado da salvação é tornar-se membro da família de Deus, no paraíso. Que glória!

Curitiba, 01 de agosto de 2016.

João Antonio Pagliosa

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

p.s.: Este artigo foi escrito com base na ministração do Pastor Fernando Redmerski, no culto da Igreja Meva de Curitiba, no dia 31 de julho de 2016. Glória a Deus!

Empreendedorismo cristão | João Antonio Pagliosa
05 de agosto, 2016

Nossa sociedade é constituída de quatro diferentes setores.

O primeiro é o governo, e alcança todas as pessoas envolvidas com setores públicos de bens e serviços. É um setor que mexe com dinheiro. Não produz mas mexe com dinheiro. Onde há dinheiro há corrupção!

O segundo é a iniciativa privada e alcança todas as pessoas que produzem bens e serviços. É um setor que produz e que mexe com dinheiro. Onde há dinheiro há corrupção!

Estes dois setores tem como combustível o dinheiro. Movem-se por dinheiro!

O terceiro setor é aquele que quer transformar o mundo. Ele prioriza o bem estar social, anseia melhorar a qualidade de vida das pessoas, das minorias, dos injustiçados, dos menos favorecidos, dos marginalizados. São as Organizações Não Governamentais, ou ONGS. Algumas funcionam a contento, outras não.

O quarto setor é aquele que quer salvar o mundo. Neste setor vidas são transformadas plenamente e o objetivo é desenvolver e dinamizar o reino de Jesus sobre toda a Terra. É o setor CRISTÃO. O combustível deste setor é Fé!

Pare para pensar um pouco: Quanto tempo você gasta para comprar o mundo, ou seja, se mantém nos dois primeiros setores? E quanto tempo você gasta para mudar o mundo? E, finalmente, quanto tempo você gasta para salvar o mundo?

Para ser empreendedor nos três primeiros setores elencados, há necessidade das pessoas possuírem um espírito empreendedor, isto é, dispostos a executar algo, dispostos a arriscar alguma coisa para obter outra.

No quarto setor, ou setor Cristão, percebe-se sútil diferença. Para exercer este setor você precisa de um CHAMADO. O setor Cristão é regido por CHAMADO. E isso está muito bem descrito em João 15 : 16 : "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda."

O plano de Deus é a redenção do mundo!

É o resgate, a libertação e a salvação do homem!

A Bíblia nos ensina coisas tão singelas : "Tudo o que pedirdes Deus lhe dará, desde que seus planos estejam em sintonia com os planos de Deus."

Se pedirmos, Deus sempre ouvirá. Se pedirmos aquilo que estiver de acordo com o plano de Deus, Ele SEMPRE atenderá!

Aqui cabe perguntar? Quão estamos nós dispostos a nos doar voluntariamente, para sermos empreendedores no reino de Deus? Até onde quero ser empreendedor cristão? Em Atos 2 : 42 a 47, o apóstolo Paulo descreve como viviam os convertidos na doutrina de Cristo. Eles tinham tudo em comum. Eles compartilhavam tudo, viviam felizes e possuíam singeleza de coração, louvavam a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.

Em 1 Pedro 4 : 10 e 11 encontramos uma pérola dos princípios da Mordomia Cristã ; "Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!"

O que você faz com os seus dons, meu prezado?

Usa-os? Usa-os contemplando o bem  de seus pares? Usa-os em benefício de sua família e de sua comunidade?

Saiba que você será COBRADO! A quem recebeu muito, muito será cobrado!

É por isso que não dá para cruzar os braços e ver a banda passar... 

Precisamos trabalhar pelo reino de Deus, senão estaremos fritos em pouca banha, como diria a minha avó...

Mas, algo que chama a atenção de crentes e não crentes, é o fato concreto que o homem está longe do ideal. O homem de hoje não tem mais a garra de outrora, nem a determinação que a vida exige, nem muito menos a coragem de enfrentar novos desafios.

 

E para completar, regra geral, todos querem muitos direitos com poucos deveres.

São adeptos da perniciosa lei de Gérson.

Para a maioria, tomar é mais gostoso que o entregar. Ganhar é mais prazeroso do que doar. Enquanto assim pensar e proceder, você NÃO cresce! Simples assim!

Hoje, a gente dá um duro danado para encontrar homens íntegros e dignos de tarefas relevantes. Eles estão em falta. Muita falta!

E Deus quer homens que o mundo não seja digno deles, isto é, que o mundo não os mereça!

Um dia Deus nos pedirá contas de todas as nossas ações. Ele nos cobrará em função dos dons que recebemos...

Como o negócio que executo auxilia o reino de Deus?  Como as coisas que executo podem “turbinar” o reino de Deus?

Em Hebreus 11 : 33 a 38, lemos : “ eles, os quais por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram a força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados. (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra.”

Deus opera em cada um de nós... Tenhamos perspicácia, tenhamos sabedoria para entender os seus desígnios...Sejamos humildes servidores... Sempre

Com carinho.

João Antonio Pagliosa

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

Curitiba, 27 de julho de 2016

p.s.: Este artigo foi escrito com base no que ouvi na reunião da Holy Hour, na noite de 25 de julho de 2016, pelo companheiro Adeilton. Glória a Deus!

Política na escola | Pedro Israel Novaes de Almeida
28 de julho, 2016

            A questão da política, na escola, deve ser discutida de maneira a não ficar confinada aos estreitos limites de projeto de lei que trata do tema, em análise pelo Congresso Nacional.

            É consenso que o professor não deve, nem pode, fazer da aula um instrumento de pregação política e partidária. Trata-se de flagrante e odioso desvio de função.

            Ao lecionar doutrinando, o professor usa a estrutura pública para, de maneira remunerada, ideologizar alunos, atraindo-os para suas convicções e interesses pessoais. Como professor, costuma ter ascendência sobre o corpo discente, o que confere maior virulência ao absurdo que eventualmente pratiquem.

            Por outro lado, a escola não deve priorizar, nos alunos, a adoção dos valores e conceitos morais dos pais, como desejam alguns legisladores e muitos familiares. Embora soe como integradora familiar, a ideia tende à mesma doutrinação, odiosa no ambiente escolar.

            Especial atenção deve ser dispensada a apostilas, livros e demais textos adotados. Não raro, conteúdos nitidamente partidários e até pornográficos acabam sendo transmitidos.

            A própria diversidade sexual pode e deve ser ensinada sob o prisma do respeito humano, sem preconceitos e exclusões. Mal referido, o tema pode acabar estimulando opções e tornando todos, indistintamente, como assexuados, até que escolham o time preferido, como se ninguém já nascesse torcedor.

            Já o tão decantado ensino religioso, nas escolas, parece fadado a criar mais problemas que soluções, segregando e potencializando intolerâncias e preconceitos, principalmente aos alunos que, como de pleno direito, são ateus. As religiões constituem capítulos e conteúdos de várias matérias, principalmente história.

            Professores que transmitem pregações partidárias costumam fazer chacota e ridicularizar alunos que discordam de suas convicções, além de demonstrar extrema boa vontade com eventuais correligionários. Na verdade, pouco lecionam, e abusam do cargo, devendo, em medida acertada, serem demitidos.

            A escola deve ministrar conteúdos, informados aos pais no início do ano letivo, e formar cidadãos civilizados e respeitadores. É difícil entender como o aluno conclui o segundo grau sem a mínima compreensão das linhas mestras da Constituição, de onde deriva toda obrigação e direito.

            As escolas, em geral, pouco aproveitam o potencial disponível em palestras de juízes, promotores, médicos e tantos outros profissionais que podem ministrar cultura e civilidade, em nosso ainda primitivo ambiente.

            Em plena era dos eletrônicos, podem e devem os alunos documentar os conteúdos inequivocamente partidários, para serem respeitados em suas individualidades e convicções.  Assim, as escolas serão reconduzidas ao seu objetivo original.

                                                                                  pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.

                 

Mais circo que pão | Pedro Israel Novaes de Almeida
19 de julho, 2016

            O milenar hábito de conduzir e domesticar o povo com pão e circo ainda é praticado, no Brasil.

            Por aqui, parece importar menos a obra e mais a festa, sempre perdulária, da inauguração. Festas, em nosso inculto e bovino entendimento, popularizam a figura do administrador.

            No Ceará, a inauguração de um hospital público gastou, à época, mais de meio milhão de Reais, com show artístico. O estado padece de séria e desumana situação na área da saúde.

            Passamos por séria crise, em que falta o pão, mas o circo continua, sempre acompanhado por sorridentes, solícitos e empreendedores políticos.

            Tivemos o show da Copa, com gastos milionários, obras inacabadas, muitas festas e um fim trágico. A mídia, em tempos em que rareiam manchetes, têm, na lembrança da Copa material interminável e escandaloso.

            Por muito tempo, as feiras agropecuárias apresentaram artistas famosos, sob patrocínio das prefeituras e secretarias, como se não houvesse qualquer outra necessidade pública a ser atendida.

            Há poucas diferenças, em termos de utilidade prática e eficiência, entre o recurso público desviado pela corrupção e o direcionado a festas desnecessárias e circenses. A mesma população que condena ferozmente a corrupção aplaude a irresponsabilidade e o desrespeito.

            Atualmente, o giro pelo país, da Tocha Olímpica, repete o já histórico desrespeito ao recurso público, em mais uma gigantesco e lamentável festival de ridículos administrativos. Do desnecessário e exagerado impedimento do trânsito à suspensão da coleta de lixo e trânsito de circulares, muitas cidades viveram longos períodos de incômodos e gastos desnecessários. Até os serviços de disque-entrega sofreram paralização.

            Os planejadores da condução da tocha, que todos imaginavam ser realizada por atletas e beneméritos da área, de hoje e outrora, devem à população os esclarecimentos necessários dos parâmetros que determinaram as pessoas eleitas. Só faltou, para completar o escândalo, a tocha ser conduzida por pessoas com sérios problemas na Justiça e Polícia, além de vereadores.

            Administrar gastando com irresponsabilidade é tarefa que qualquer idiota faz, comemorando, mas manejar recursos escassos, medindo e elegendo prioridades, é tarefa para homens públicos de fato, raros em nossos dias.

            Enquanto a população aplaudir festas e gastos públicos, sem entender que afetam a saúde, segurança, educação e trabalho, continuaremos a ser tangidos como gado. Enquanto a população receber obras e providências públicas como favores pessoais dos administradores, persistiremos elegendo populistas primários, que fazem da política profissão, e de nosso futuro ruína. Chega !

                                                                                  pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.   

Constituição 1988 | J. Barreto
16 de julho, 2016

Os nobres deputados constituintes de 1988, sob a liderança de Ulisses Guimarães, elaboraram e promulgaram a mais moderna e mais abrangente Constituição da era moderna. Nela os direitos sociais estão contemplados coletiva e principalmente individualmente.  A Nação está obrigada a garantir a cada cidadão uma moradia digna, uma saúde de alta complexidade, uma educação de qualidade e gratuita, abrangendo desde o ensino básico até o ensino superior.  A segurança é um direito inalienável a todos os cidadãos, tanto é assim que o porte de armas pelo indivíduo é crime. O grande pecado é que eles pensaram que essa constituição seria aplicada pelas nações escandinavas, onde os territórios são limitados, as estruturas consolidadas, as culturas são milenárias e os cidadãos, por tradição tem um senso moral e patriótico acima de qualquer coisa.

Infelizmente, o Brasil não tem capacidade financeira e nem estrutural apara cumprir o que determina esta malfadada Constituição. O coletivo não visa o universal, mas apenas os interesses corporativos, onde cada grupo reivindica e alcança seus objetivos sem se importar com a consequência coletiva. Um exemplo atual foi a reivindicação e aprovação do ajuste salarial do judiciário, já tendo o mesmo um dos maiores salários do serviço público.  Quero só ver com que moral os mesmos irão julgar os dissídios de outras categorias. Nossos políticos alem dos altos subsídios recebidos, gozam de mordomias que triplicam seus vencimentos, isso + ou - somente dos ditos honestos, pois os demais não encontram limites. Ser bandido em qualquer categoria já se tornou profissão, pois com as brechas da Lei, só são presos os pés de chinelo

Voltando aos políticos, Avaré é o retrato perfeito do que ocorre no resto do Brasil, onde a situação da cidade pouco importa, pois o que importa é o palanque eleitoreiro visando a próxima eleição, e que o município e a população se danem,  pois o que importa é a Lei de Gerson.

 

J.Barreto

Confiar. Guerrear. Santificar. | João Antonio Pagliosa
16 de julho, 2016

Eu acredito que a maioria das pessoas possuem muitas expectativas, em relação a Deus. Entretanto, a recíproca é verdadeira. Deus também tem muitas expectativas em relação a cada um de nós. Incrível, não é?

Em Josué, 5 : 1 a 15, isto está muito claro, pois o povo judeu saíra da escravidão do Egito, vagara no deserto durante quarenta anos, alimentava

-se exclusivamente de manah que caía do céu todas as manhãs, e encontrava-se em Gilgal, distante apenas dois quilômetros de Jericó.

Eles estavam eufóricos, ansiavam conquistar as cidades e os territórios à sua frente, viam as promessas de Deus prestes

 a serem cumpridas, e os habitantes daquelas terras, estavam com muito medo, seus corações estavam desmaiados, sentiam-se perdidos pois os judeus eram em grande número.

E Josué, o líder do povo hebreu, o povo eleito por Deus, sabia disso e também ansiava empreender as batalhas de conquista da terra prometida.

Mas, ali em Gilgal, Deus quis que o povo eleito entendesse três coisas assaz importantes. Deus quis que confiassem Nele, guerreassem por Ele, se santificassem por Ele. Então, ordenou a Josué: “Fazei facas de pederneira e circuncise todos os filhos de Israel.”

Ora, a

Pederneira é pedra que em atrito com metal produz faísca, e amolada é ótima de corte, e a circuncisão é o corte total do prepúcio, ou seja, da pele que recobre a extremidade do pênis.

A circuncisão era marca de Deus no povo escolhido. É uma operação dolorosa e que demanda de quatro a cinco semanas para que o circuncidado se recupere.

E veja, eles estavam à vista dos habitantes da região, estavam à vista do inimigo, que caso avançassem sobre os judeus os matariam porque todos os homens estariam convalescendo, se recuperando da circuncisão.

Mas era ordem de Deus. E Ele disse também: “Confiem em mim. Eu sou o seu Deus.”

Prezado leitor, a confiança é um alicerce da fé! Todos os circuncidados, porque Josué cumpriu à risca a determinação de Deus, ficaram em torno de um mês convalescendo no imenso acampamento em Gilgal, sem que houvesse nenhuma manifestação dos habitantes de Jericó, que aguardavam temerosos e sequer desconfiavam que os invasores estavam sobremaneira debilitados.

Circuncisão dói e é marca visível. Cristãos autênticos tem marca visível, ou

Seja, todos percebem que ali está um homem ou uma mulher de Deus, porque os comportamentos são diferentes, as atitudes são diferentes, a fala é diferente!

Portanto, não basta acreditar em Deus. É preciso confiar!

Você, leitor, precisa estar certo e totalmente convicto que quer seguir a Deus, não importam as circunstâncias. Não importam as suas mazelas, muito menos os seus achismos.

E Deus deseja que sejamos guerreiros, nunca pessoas passivas, porque preguiçoso não terá lugar no reino de Deus.

E ali em Gilgal, chegou a Páscoa. E sobre os judeus que ainda convalesciam da circuncisão, cessou a queda do manah dos céus. Eles que durante quarenta anos se alimentavam só de manah, finalmente comeram os frutos da terra. Pãos asmos e grãos tostados.

Um e

xtraordinário manjar! Era uma refeição estupenda para cada um deles. Finalmente comiam algo diferente! Que glória!

Porém, a partir deste dia, o manah nunca mais caiu dos céus. A partir desse dia os judeus entenderam que precisariam lutar pelo seu alimento, afinal, eles estavam numa terra que jorrava leite e mel. Era terra fértil, produtiva, rica. Mas ela tinha dono. Precisava ser conquistada e esta conquista não se efetivaria sem guerra!

Queridos, haverá uma hora que Deus cortará o seu manah! E você precisará estar preparado para ousar suas conquistas. E tudo na vida é um grande aprendizado, não é mesmo?

Mas Deus corta o nosso manah, porque nos ama! Ele nos ama e nos capacita para as conquistas, mas lá em 2 Timóteo 4 : 7, aprendemos que tudo aquilo que esperamos do SENHOR, é exatamente aquilo que o SENHOR quer que façamos em nossa vida. “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.”

Portanto, nunca se acomode, nunca se deixe vencer, nunca se omita, nunca perca o seu precioso tempo. Trabalhe constantemente visando facilitar a vida dos outros, visando minimizar as dificuldades de seu próximo. Esteja presente quando necessitarem a sua presença!

E Deus é surpreendente, sempre tem coisas novas em nossas vidas, por isso precisamos ser guerreiros também na vida espiritual, muito embora eu reconheça que não seja fácil orar nas madrugadas. Não é fácil, porém é necessário!

E é na guerra, na oração e no jejum e no trabalho obstinado ao outro, que nos fortalecemos, porque aquele que quer mais precisa buscar mais, precisa ir mais fundo, isto é, ou você cresce na Igreja, ou você acabará saindo da Igreja, saindo da presença do SENHOR.

Deus quer guerreiros, e não isenta ninguém de lutar, entretanto promete que sempre estará conosco. Na guerra Ele é nosso aliado, portanto a vitória é certa, a vitória é plena! Que maravilha!

E finalmente, Deus quer que tenhamos Santidade. Em Josué 5 : 15, Deus diz a ele: “Descalça a sandália dos pés, porque o lugar em que estás é santo.”

Tirar as sandálias significa que Deus pede santidade a cada um de nós. Nunca olvide que somos a obra prima de sua criação. Ele nos criou a sua própria imagem e semelhança. Ele nos criou Santos.

E foi o inimigo pernicioso que colocou o pecado em nós, que enganou e trapaceou com Eva, a qual convenceu Adão a também pecar. E comeram do fruto proibido e daí sobreveio a queda do homem que está em Genesis, capitulo 3.

Santidade é não dar nenhuma brecha ao inimigo pernicioso. É lutar todos os dias para não pecar! É esmurrar a própria carne se preciso for. É para gente de fibra!

Deus espera muito de nós, assim como nós esperamos muito de Deus. Não há relacionamento unilateral quando se ama apaixonadamente, não é assim, meu prezado?

João Antonio Pagliosa

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

Curitiba, 13 de julho de 2016

 

Estamos em boas mãos! | João Antonio Pagliosa
12 de julho, 2016

O homem contemporâneo está bem atribulado. Muitas ameaças à sua volta, o impedem de viver como almejaria viver.

Mas os cristãos autênticos possuem provas concretas que o SENHOR é bom!  E, se o buscarmos, Ele nos livrará de todos os nossos temores.
O Salmo 23 é um dos trechos mais conhecidos da Bíblia Sagrada. Ele foi escrito pelo rei Davi, que era pastor, e conhecia muito bem a função de pastorear ovelhas.
Você que me lê, precisa de Deus! Qualquer ser humano precisa de Deus e precisamos muito! Alguns, entretanto, são céticos e creem que podem resolver tudo a sua maneira, e sem a ajuda de um Deus que ele não vê.
Porém, nos acreditamos em muita coisa que não vemos, o ar que nos cerca, por exemplo. Nos não vemos o ar, mas somos dependentes dele todo o tempo. Com Deus não é diferente! Nós dependemos de Deus todo o tempo. Somos apenas pó, sem Ele!
E o rei Davi, no Salmo 23, ensina que estamos em boas mãos, porque o SENHOR é o meu pastor.
Pastor cuida, portanto, nada me faltará! Ele proverá o que preciso. Ele proverá o que cada uma de suas ovelhas precisa.
Se confiar em meu pastor, Ele me fará repousar em pastos verdejantes, isto é, eu descansarei com serenidade e terei fartura de alimentos. Ele me levará junto a águas de descanso e irá refrigerar a minha alma, isto é, estarei em águas calmas, muito confortável, com minhas emoções em total harmonia com tudo que me cerca. Todo o meu ser estará sereno!
E Ele me guiará pelos caminhos da justiça por amor de seu nome, isto é, eu estarei e permanecerei em caminhos retos e não me desviarei do bem e da justiça, porque amo e aprovo aquele que me apascenta.
E ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum porque Deus está comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam, isto é, não temo a morte porque sei que Jesus venceu a morte, e um paraíso me espera, além desta vida terrena. E Deus está comigo, o teu bordão e o teu cajado me trazem próximo a Ele quando me distancio, porque para aqueles que creem, é impossível viver distante da presença de Deus.
E Deus prepara-me uma mesa na presença de meus adversários, unge a minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda, isto é, Ele me agracia com bens para que meus inimigos vejam a minha prosperidade e me marca e me destaca, e me enche do Espírito Santo, e me capacita com muitos dons.
E bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias de minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre, isto é, eu serei sempre pleno de bondade em meu coração, e terei sentimento de compaixão com aqueles que sofrem, e terei benevolência com aqueles que erram, e perdoarei sempre aqueles que necessitam perdão. E conquistarei a glória de habitar o céu por toda a eternidade.
E em Isaías 54, Deus nos diz que a sua misericórdia não se apartará de nós que confiamos Nele, e que somos seus conjugues. Ora, o conjugue ama e cuida todo o tempo, e Deus anuncia que aquele que conspirar contra seu conjugue, cairá diante dele.
Nós queremos o melhor de Deus? Tenhamos então o melhor comportamento possível, e o maior respeito para com nossa esposa, ou nosso marido.
E  em Isaías 58 : 11. o profeta pela boca de Deus, declara que podemos confiar integralmente Naquele que nos guia.
Nós estamos em boas mãos! ALELUIAS!
João Antonio Pagliosa
Curitiba, 11 de julho de 2016
p.s.: Este artigo foi escrito com base na ministração da pastora Luciane Brás Candido, no culto da Igreja MEVA, em Curitiba, em 03 de julho de 2016. 
 
Jogos de azar | Pedro Israel Novaes de Almeida
06 de julho, 2016

     O Congresso Nacional debate a legalização dos Jogos de Azar, através de proposta repleta de condicionantes e consequências.

       Jogos de azar são aqueles onde o resultado predominante é a perda, por parte dos jogadores. Excetuados o pôquer e o truco, não há estratégias ou habilidades a serem utilizadas.

       O jogo de azar pode ser inofensivo, como o bingo ou carteado de idosos, aos fins de tarde, ou o sorteio de prendas, na paróquia. Também é inofensivo o carteado entre famílias, “de cair dedo”, e o truco barulhento, no fundo do boteco.

       No Brasil, é secular o Jogo do Bicho, tão perseguido quanto sobrevivente. Brasileiros, grande parte, fazem de qualquer sonho ou palpite um pretexto para uma “fezinha”, no acreditado papelzinho informal.

       Policiais e contraventores digladiam desde 1.500, e ambos continuam ativos. Dizem que o jogo do bicho pode ter seus resultados acompanhados nos jornais, e que dele provém grande parte dos recursos que animam os carnavais.

       Os jogos de azar podem gerar manias e vícios, e não são raros os casos em que o patrimônio e a harmonia familiar acabam, pela prática doentia de desenfreada dos tais jogos.       

       Não convém acreditar nos discursos oficiais que alertam para os inconvenientes dos jogos, uma vez que a Caixa exerce o monopólio de grande número de loterias.

       A proposta de legalização dos jogos de azar vem em momento especial, com promessas de incremento nas receitas oficiais, ora declinantes. A antevisão dos cassinos, abarrotados de turistas, acena para a geração de empregos e investimentos, enquanto donos de botecos já estudam a melhor localização dos papa-níqueis.

       A legalização dos jogos de azar vai facilitar a lavagem de dinheiro, facilitando a vida de corruptos e sonegadores, justamente quando a população, inocente, sai às ruas clamando por honestidade e ética.

       No Brasil, as leis e o aparato oficial não conseguem reprimir a prática dos jogos de azar, já recepcionados pela cultura e tradição popular. A lei das Contravenções, ao que parece, não é levada a sério.

       Como temos a sorte de não praticar jogos de azar, pouco entendemos do assunto, e não acreditamos nos benefícios da legalização. Se a atividade, enquanto clandestina, atrai multidões, legalizada terá mais usuários, aumentando a pobreza de muitos.

       Fico imaginando os labirintos oficiais que tratarão da atividade, legalizada, com nossas históricas deformações, compadrios e desonestidades. A jogatina vai continuar, um pouco mais cara.

                                                  pedroinovaes@uol.com.br

       O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.

         

      

       

Fibras | João Antonio Pagliosa
05 de julho, 2016

Considerado como o pai da medicina, o grego Hipócrates, afirmava que a saúde do homem está naquilo que ele come. Nada mais simples,

objetivo e verdadeiro.

Em 2002, tive a oportunidade de visitar a China. Aprendi um pouco sobre a milenar medicina chinesa, baseada essencialmente em produtos naturais e em fitoterapia. Nesta viagem, fiz escala em Joanesburgo (Africa do Sul), e num jornal local, li artigo sobre como a nossa comida pode ser prejudicial ao nosso estômago, e por consequência, a todo o nosso sistema digestivo. Um artigo fantástico que traduzi integralmente e encaminhei a muitos conhecidos.

Um sistema digestivo saudável é vital para vivermos bem, e algo que é incrivelmente carente na dieta do povo brasileiro são as FIBRAS.

A recomendação para pessoas adultas é o consumo de 25 gramas de fibra ao dia, mas conforme pesquisas médicas, 90% dos brasileiros não alcançam esta recomendação.

Frutas, verduras, grãos integrais e legumes são os principais alimentos ricos em fibras e o consumo adequado destes produtos, desempenha importante papel na redução da ingestão de alimentos porque provoca sensação de saciedade mais rapidamente. Também reduzem o colesterol do sangue porque modificam a absorção e sua síntese pelo fígado. 

As fibras também reduzem o tempo de trânsito no intestino, e finalmente, reduzem o nível de glicose no sangue.

Há mais de quatro décadas eu trabalho com nutrição, e acompanho com atenção o que vem acontecendo com a saúde dos brasileiros. Não tenho dúvidas em afirmar que nosso povo se alimenta extremamente mal.

Embora haja muita informação disponível, as pessoas, regra geral, não se importam com isso, e comem o que mais lhes agrada, independentemente se isso é salutar, ou não.

Hoje, metade de nossa população está acima do peso, ou é obesa. E a obesidade tem abreviado a vida de milhões de pessoas...

As fibras são paredes das células vegetais, e são oriundas de carboidratos como os amidos e os açucares, porém, as fibras NÃO são fontes de energia porque NÃO são digeridas pelo organismo.

As fibras podem ser solúveis em água (maltodextrinas, betaglucanas, inulinas). Estas fibras formam um gel em contato com a água, daí aumentam a viscosidade do conteúdo estomacal, proporcionando maior volume e lubrificando o material fecal.

Outras fibras são insolúveis em água, é o caso da celulose e da lignina, e estas permanecem praticamente intactas ao longo de todo o sistema gastrointestinal. Isto contribui muito para aumentar o volume das fezes e também para aumentar a frequência dos movimentos intestinais, e isto é preponderante para regular o tempo de trânsito das fezes no interior do intestino.

As fibras NÃO são nutrientes, e não tratam nenhuma doença. Elas, simplesmente, ajudam o organismo funcionar melhor.

Garanta uma vida mais saudável, ingerindo quantidades adequadas de fibras em sua dieta. E tome bastante água! E exercite-se diariamente. Seu corpo agradecerá!

João Antonio Pagliosa

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Curitiba, 05 de julho de 2016

 

 

Estado mínimo | Pedro Israel Novaes de Almeida
29 de junho, 2016

Existe uma pouco disfarçada censura a alguns conceitos, demonizados pela insistente conotação negativa com que são referidos.

            Assim, o Estado Mínimo tem sua imagem relacionada ao Estado Impotente, fraco e omisso. Na verdade, o Estado Mínimo tem seu fundamento em nada além do Estado Necessário.

            O Estado Mínimo não gastaria tantos esforços e recursos em Copas e Olimpíadas, mas atenderia, de maneira eficiente e respeitosa, à saúde, segurança e educação, dentre outras prioridades.

            O Estado Mínimo não dispenderia fortunas em shows artísticos e atividades culturais, além de manifestações coletivas LGBTs, que podem, devem e são capazes de autonomia financeira e econômica.

            O Brasil está distante do Estado Mínimo, nas esferas federal, estadual e municipal.  Executivo e Legislativo parecem disputar um campeonato de despesas desnecessárias e supérfluas, enquanto a população clama pelo atendimento a necessidades básicas.

            Nossos governos são suntuosos, repletos de comissionados pouco técnicos e predominantemente políticos.    Prefeituras ainda lançam o lixo urbano de maneira clandestina, enquanto gastam fortunas com propagandas da própria cidade, coincidentemente em ano eleitoral, de reeleição.

            O Estado Mínimo enxerga as estatais desnecessárias como geradoras de feudos, corrupção e mando paralelo, principalmente em nosso meio. No caso do petróleo, o importante é que o Estado continue gerindo as reservas, não as petrolíferas, que atuam sob as condições rigorosamente impostas e fiscalizadas pelos governos.

            Governos enxutos, menos luxuosos, são mais transparentes e atuam com maior eficiência, melhor aplicando os recursos públicos. Governos enxutos não promovem regabofes políticos partidários, nem levam multidões em viagens oficiais.

            Governos enxutos garantem a liberdade de manifestação e respeito aos movimentos e organizações sociais, sem contudo subsidiá-los.  Os recursos direcionados a grupos ideológicos seriam mais úteis aos hospitais, organismos de pesquisa, escolas e órgãos afeitos à segurança pública.

            As estruturas de comunicação dos governos distribuem fortunas em peças publicitárias, enquanto diversas categorias de funcionários públicos seguem sem receber os salários, e hospitais, Brasil afora, não conseguem atender à população.

            O Estado brasileiro precisa reduzir seu tamanho, para atuar de maneira mais eficiente e visível. Não tem cabimento um Estado fortalecido e agigantado, às custas de uma população enfraquecida e apequenada.

                                                                                pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.       

Relacionamentos de sucesso | João Antonio Pagliosa
26 de junho, 2016

O relacionamento entre pessoas precisa ser frutífero, harmonioso, verdadeiro. Relacionamentos de sucesso traduzir-se-ão em muita alegria e intensa satisfação para você.  E como lutamos por ser felizes, esforce-se por cultivá-los.

A base, a sustentação de relacionamentos de sucesso é a flexibilidade! Isto é, a aptidão de mudar meu eu para facilitar o diálogo.

Eu preciso ser flexível em determinadas situações, ceder um pouco e tentar moldar-me a outrem, sem modificar o meu caráter.

Nos dias atuais a flexibilidade é absolutamente indispensável, pois vivemos numa aldeia global, e as culturas são abruptamente díspares. Costumes e hábitos, normas de conduta e procedimentos, religiões e conceitos, línguas e dialetos, são apenas algumas questões radicalmente diferentes de país para país, de povos para povos, de região para região.

Para conseguir relacionamentos de sucesso com todos, eu preciso estar atento a cinco pilares que se assentarão sobre a base de sustentação flexibilidade. São eles:

AUTOESTIMA:  Eu preciso me amar. Nada mais lógico e racional que isso. Se eu não gosto de mim, quem irá gostar? A autoestima é vital para nossa felicidade, é condição sine qua non! A autoestima é vital para relacionamentos de sucesso fortes e duradouros.

RESPEITO: Respeitar a opinião do outro é fundamental para que nossos relacionamentos sejam muito bem sucedidos. Eu preciso rever meus conceitos e nunca ter preconceitos. As pessoas são únicas, cada um é de um jeito, e somos resultado de milhares de experiências vivenciadas por cada um.

EMPATIA:  Empatia é fundamentalmente a identificação afetiva com outra pessoa, e se caracteriza na capacidade de colocar-me no lugar do outro, e imaginar quais são os seus sentimentos e quais são as suas sensações. A empatia nos leva a entender o outro e é uma qualidade que precisa ser exercida todos os dias, se queremos relacionamentos frutíferos e de sucesso.

COMUNICAÇÃO: “Quem não se comunica, se trumbica.” Este era o chavão de um apresentador de programa de TV, o Chacrinha, algumas décadas atrás. Nada mais verdadeiro, porque a comunicação é essencial em relacionamentos de sucesso. Os perfis das pessoas são bastante diferentes, isso exige que eu minimize as diferenças com meu interlocutor, para que a comunicação flua de forma propícia.

ACORDOS CLAROS: Relacionamentos de sucesso exigem acordos claros entre as partes. Há muitas situações em que algo parece muito óbvio a alguém e nada óbvio a outrem. Muitos relacionamentos são prejudicados porque as pessoas não discutiram nem acordaram determinadas coisas. Não dá para supor que se entendam regras, quando as regras não foram estabelecidas e acordadas, não é mesmo?

Prezado leitor, se você tiver flexibilidade e exercer estes cincos pilares anunciados, você terá relacionamentos de sucesso com qualquer pessoa deste planeta. Relacionamentos de sucesso transformarão sua vida em júbilo e alegria. Pense nisso!

João Antonio Pagliosa                                                                                                   

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Curitiba, 24 de junho de 2016

p.s.: O presente artigo foi escrito com base na palestra do Psicoterapeuta EDSON L. CHAERKI, proferida em 23 de junho de 2016, num evento organizado pela HERBALIFE.

Conhece-te a ti mesmo | João Antonio Pagliosa
26 de junho, 2016

O capítulo 8 do livro de Salmos [Antigo Testamento], foi escrito pelo rei Davi e trata-se de um hino de louvor a Deus, o qual honrou o ser humano, dando-lhe domínio sobre todas as coisas criadas sobre a face da terra. 

 

O versículo 5 enaltece que o homem criado a imagem de DEUS, é coroado de honra e de glória. E seguindo a leitura de Salmos, percebemos que tudo foi criado para servir ao homem e sobre tudo temos domínio completo. 

 

Você leitor, usufrui a glória e a honra com que foi coroado? Tem de fato aproveitado os bens que estão a sua disposição? Você conhece a si mesmo? Conhece verdadeiramente a sua essência? Tem real domínio sobre sua mente e consegue controlar suas emoções, para que estas não o machuquem? 

 

Sim, porque muitos vivem aprisionados em suas emoções e sentimentos, sem se dar conta que isso é muito prejudicial ao seu viver.

 

Conhecer-se a si mesmo, é indubitavelmente, o maior desafio de qualquer ser humano sobre a face da terra. Aquele que se conhece, aquele que tem domínio sobre suas emoções (alma), este é uma pessoa de extrema sabedoria. Quando se deparar com alguém assim, ouça-o. Siga-o.

 

É invencível! Nada o abala, nada o envergonha, nada o atemoriza, e é sempre auto confiante, sempre com elevada estima, sempre muito alegre, e sempre muito grato. Vive em paz, (apesar das tribulações), e em intimidade com Deus. 

 

Um dos pontos que mais atinge o homem e que o fragiliza sobremaneira, é quando ele executa uma função simples, que não exija qualquer esforço intelectual, principalmente quando este trabalho, está aquém de suas qualificações. 

 

Mas isso não pode causar nenhum constrangimento. Execute tarefas simples e sempre grato por possuir um trabalho a realizar. Despojar-se de si mesmo é o segredo para alcançar todo o sucesso que você persegue.

 

Nem sempre conseguimos o cargo que almejamos, e nem sempre a função que executamos é aquilo com que sonhamos, entretanto, é imperioso enfatizar que qualquer trabalho é digno de honra e é essência de glória. Não importa se este trabalho seja dirigir uma nação ou dirigir um táxi. Pense nisso, meu prezado!

 

* Texto escrito e enviado por João Antonio Pagliosa

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Curitiba, 20 de junho de 2016.

 

Alimentando bem além de sete bilhões de pessoas | João Antonio Pagliosa
26 de junho, 2016

Observo uma crescente preocupação, particularmente de nossos meios de comunicação, em questionar se o planeta tem recursos e capacidade para alimentar sua população, que cresce ano após ano.

Há muita falácia e boa dose de paranoia sobre o assunto e vejo muito neófitos, tecendo considerações assaz preocupantes sobre tão palpitante tema. 

Mas o fato concreto é que a humanidade está vivendo com celeiros e lagares abarrotados. Como nunca em outros tempos! E, se há fome em algumas regiões do planeta é por pura ganância do homem.

Sou agrônomo, e este ano completarei quarenta e quatro anos de formado. Para mim, o planeta tem sim recursos naturais suficientes; e o homem contemporâneo domina tecnologia, e tem capacitação para produzir alimentos em quantidade suficiente para atender à demanda, para pelo menos, o dobro de nossa população atual. E sem derrubar florestas, e sem comprometer a natureza e nosso meio ambiente.

Analisemos especificamente nosso país continente. Apenas nas áreas de cerrado, a maioria destas terras continua do jeito de desde sempre, e só aí há potencial de produção de 200 milhões de toneladas de grãos por ano. Mais que nossa atual produção de 205 milhões de toneladas, e esta terra está toda aí, disponível e improdutiva. Um solo quase estéril, árido, difícil e trabalhoso, mas ávido de cuidados, de correção de sua acidez, incorporação de alguns nutrientes, e principalmente de água.

Neste ponto, tenho que recordar Israel. Este país tem o tamanho de Sergipe e população de seis milhões de pessoas.É a única democracia do oriente médio, e o único país na região onde os direitos do homem e da mulher são iguais. Em Israel há um povo dedicado e estudioso. Ali está a população com o maior percentual de diplomas universitários do mundo. EDUCAÇÃO muda tudo!

O povo judeu transformou imensas áreas desérticas em oásis de alta produtividade agrícola e pecuária. Dominou a tecnologia de levar água ao pé das plantas (sistema gota a gota), e possui em seu território, mais árvores hoje, do que há cinquenta anos atrás. 

O segredo? Tecnologia e Trabalho!

Tiram renda, geram riquezas e melhoram significativamente o solo que cultivam!

Então, apenas domando as áreas de cerrado brasileiro, (sei que isso exige investimento pesado e trabalho árduo, mas os exemplos estão aí), podemos mais que dobrar nossa produção.

Mas, conta na ponta do lápis, é rápido constatar que a produtividade brasileira não alcança 2600 kg de grãos por hectare por ano. Ora, com tecnologia adequada a TODOS nossos produtores rurais é perfeitamente exequível alcançar o triplo desta produtividade. O TRIPLO!

Nós precisamos dotar quem produz e/ou transforma, com recursos financeiros (crédito), e com tecnologia (há milhares de técnicos e agrônomos e veterinários e zootecnistas e engenheiros agrícolas, fazendo serviços burocráticos em escritórios do estado, ao invés de estarem junto aos ruralistas). Precisamos mudar o sistema e colocar foco no relevante! Arregaçar as mangas e suar a camisa, sempre ajuda!

E ressalto que faz muito tempo que não aparece NINGUÉM com competência, no Ministério de Agricultura e Abastecimento. É mais do que hora de parar de sortear cargos...

Precisamos colocar dinheiro em nossa caótica infraestrutura e onde há volume de produção; e não em consumo porque nosso povo está pra lá de endividado. Veja, mês após mês, a taxa de inadimplência bate recordes. A informação é do próprio Banco Central, não é deste humilde escriba!

Com relação à produção de carne bovina, o caminho a percorrer é longo. Estamos com pouco mais de 200 milhões de cabeças ocupando 200 milhões de hectares de pastagens, (dos quais –pasmem-, 90 milhões degradados por erosão ou ervas invasoras). Estamos com um boi por hectare. Dá para multiplicar por três o nosso rebanho, sem aumentar um metro quadrado de pasto. Mas, é preciso orientar o produtor, dar-lhe crédito e assistência técnica.

Cuidá-lo, porque o ruralista precisa ser visto como fonte de riquezas, e não como um mero pagador de impostos. Garantir-lhe crédito a juros exequíveis porque com dinheiro ele aumentará suas lavouras e seus rebanhos. 
Pecuária intensiva, com capins de alta performance permitem cinco bois por hectare, e boi criado apenas a pasto, reservando o milho e a soja para  outras finalidades mais compensadoras. Para fins mais nobres.

Quem trabalha com agropecuária e tem um pouco de noção das tecnologias existentes, sabe que podemos triplicar nossa produção de carnes e de grãos, sem devastar ou derrubar uma árvore sequer. Isso vale para o nosso querido Brasil e para alguns países desta aeronave chamada TERRA.

Os alarmistas de plantão podem dormir tranquilos. E de barriguinha cheia! Glória a DEUS!

Curitiba, 18 de junho de 2016

João Antonio Pagliosa

-Engenheiro Agrônomo-

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Evangelizar é sofrer oposição | João Antonio Pagliosa
17 de junho, 2016

Todos aqueles que falam a cerca de Deus, invariavelmente sofrem oposição. Como qualquer cristão disposto a pregar o Evangelho, com frequência constato que não é fácil falar àqueles que não querem mudar seus hábitos, nem modificar sua vidinha tranquila.

“Mudar prá que, se tá tão bom, assim!” É o que dizem! É o que ouço!

Mas a oposição gera mais oração dentro da Igreja. E oração agrada ao Senhor, e faz com que Deus cuide de cada um de nós com muito carinho. Ele nos cuida muito além do que podemos sequer imaginar!

Em Atos 12, lemos sobre a libertação de Pedro, o qual se encontrava preso a mando do rei Herodes Agripa, que conquistou muitos judeus em razão de sua ferrenha perseguição aos cristãos. Incrível, não é?

Mas, enquanto Pedro estava na prisão, a Igreja orava fervorosamente a Deus, em favor dele, e na noite, véspera de seu julgamento, o apóstolo Pedro dormia entre dois soldados vigilantes, com algemas presas a duas correntes, e as sentinelas guardavam o cárcere, diante da porta.

Subitamente surgiu um anjo do Senhor, e sua luz resplandeceu na prisão. E o anjo tocou Pedro e ordenou: “Levanta-te, depressa!”.  E, imediatamente, as algemas caíram dos punhos de Pedro, que vestindo-se rapidamente, saíram da prisão, passando pelas sentinelas que não os percebiam, e chegaram ao portão de ferro que dava acesso à cidade. Este se abriu por si mesmo, para que passassem o anjo e Pedro, que seguiram ao longo de uma estrada, e de repente, o anjo desapareceu dos olhos de Pedro.

E Pedro ficou sozinho, no meio daquela noite escura!

Então, decidiu tomar o rumo da casa de Maria, mãe de Marcos, onde muitas pessoas oravam e intercediam por ele.

E Pedro chega à casa de Maria, e bate à porta do alpendre, e uma serva chamada Rode veio atender. E, ao reconhecer a voz do apóstolo, ela correu de volta, exclamando: “É Pedro! Ele está lá fora, à porta!”

E Pedro entrou, encontrou seus amigos, e explicou a todos da casa de Maria, como o Senhor o havia libertado do cárcere. Foi uma festa!

Porém, no dia seguinte, ao tomar conhecimento da fuga e da ignorância do paradeiro de Pedro, o rei Herodes Agripa ficou muito irritado.

Como pudera Pedro fugir, sem deixar rastros, apesar da extrema vigilância a que era submetido? E, logo na noite que antecedia seu julgamento e condenação?

Ferido por um anjo do Senhor, Herodes morreu logo após estes fatos. Morreu comido por vermes porque Deus castiga severamente o homem arrogante e presunçoso. Quem destruir homem de Deus, Deus o destruirá. Isso não fica impune. Não fica mesmo!

E, em função das perseguições terríveis que sofria, Pedro fugiu, e seguiu para Roma, aonde veio a morrer. Cumprira com fidelidade e amor a Jesus, a sua missão. Glória a Deus!

E, a partir do capítulo 13 do livro de Atos, inicia-se o ministério de Paulo, sempre acompanhado de seu fiel amigo Barnabé, outro valoroso homem de Deus.

E eles logo verão que o trabalho missionário sempre enfrenta oposição. Oposição duríssima!

Em Atos 13 : 18, Paulo esclarece-nos sobre a remissão (perdão) dos pecados: “Ficai cientes de que mediante Jesus, vos é anunciado o perdão dos pecados.”

O Espírito Santo é nosso consolador e nosso melhor amigo. Ele não desiste de nós, entretanto, é preciso alertar que não é o nosso esforço próprio que nos levará a Deus.  Para chegar a Deus e permanecer em sua presença, precisamos da sua graça (bênçãos), precisamos de sua misericórdia, precisamos do perdão do Senhor.

Só então, seremos restaurados, e restaurados, nós nos dobraremos perante Deus. E a Ele, sómente a Ele, daremos toda a honra e toda a glória!

Aleluia!

João Antonio Pagliosa

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joaoantoniopagliosa@gmail.com

Curitiba, 17 de junho de 2016.

 

Condescender poderá ser a sua ruína! | João Antonio Pagliosa
08 de junho, 2016

 

A queda de um homem com princípios. Por que ela ocorre?

Na sua época, o rei Davi foi o homem mais poderoso de toda a Terra, e indubitavelmente o homem mais festejado, mais honrado, e também o mais invejado.
E Davi era um humilde pastor, não possuía altura suficiente, nem porte físico para ser um guerreiro; não tinha habilidades para as guerras, e apesar disso tudo, foi escolhido pelo Senhor para ser o rei de Israel, em substituição ao rei Saul, que se desviara dos caminhos de Deus. 
Em 1 Samuel 16:7, Deus disse a Samuel: "Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração."
E Deus escolheu o pequeno Davi! A escolha foi em função do coração daquele jovem, de sua fé, e da bondade que transbordava naquele menino.
Em Deuteronômio 17:14 a 20, Deus revela ensinamentos sobre a eleição e os deveres de um rei, e enfatiza: "Tampouco para si multiplicará mulheres, para que seu coração não se desvie; nem multiplicará muito para si, ouro e prata."
Deus é muito sábio e conhece as fraquezas do homem que criou. Sabe que em relação a sexo, a dinheiro e a poder, o homem é muito, muito fragilizado, e por tais coisas, (que são a realização de muitos incautos), está disposto a flexibilizar princípios e a fazer pequenas concessões. Por essas coisas o homem admite pequenos desvios de conduta, afrouxa a sua moralidade, e a partir disso, a partir daí, começa a sua decadência.
E os pequenos desvios, como os rios se avolumam,e se transformam em grandes desvios.
Em 2 Samuel 5:13, lemos: " Tomou Davi mais concubinas e mulheres de Jerusalém, depois que viera de Hebrom, e nasceram-lhe mais filhos e filhas."
Em 2 Samuel 11: 1 a 5, lemos que o rei Davi, naquele momento, já se considerava "o cara", e o versículo 1 mostra que o rei já não participava de batalhas, e permanecia seguro no luxo e conforto de seu palácio. E então, nessa vida de delícias e prazeres, é muito fácil qualquer homem se desvirtuar, e Davi viu Bate Seba, se encantou com a formosura daquela mulher sensual. E, sem hesitar a chamou para si.
Mas o rei foi admoestado por muitos:" Mas, rei, ela não! Ela é esposa de seu soldado Urias que está na guerra!" "Não faça isso, ó rei!"
Os avisos foram inúteis. O rei Davi não ouviu ninguém! O seu desejo carnal por aquela mulher foi mais forte, e Bate Seba dormiu com Davi. E para azar do rei, ela engravidou!
O rei estava em maus lençóis porque o marido estava fora, em luta por Israel. Como podia Bate Seba engravidar? 
Davi resolve chamar Urias a Jerusalém e este vem e se apresenta ao rei que lhe concede alguns dias de descanso, para que ele fique com sua esposa. E Urias não aceita e responde: " Longe de mim descansar e dormir com a minha esposa enquanto meus soldados estão lutando, ó rei. Se me permitir, agora mesmo retorno ao campo de batalha."
Davi assentiu e preparou uma estratégia que acabou matando Urias e todo o seu pelotão de soldados.
E a imagem de Davi,perante todos os seus subordinados começa a ser denegrida. A sua integridade começa a desmoronar!
O orgulho de possuir Bate Seba entrou no coração de Davi, e orgulhosos não ouvem ninguém! Daí, para cometer erros crassos é apenas um passo. E erros custam sempre muito caro. No caso do rei Davi, foi excepcionalmente caro!
Queridos, quando nós flexibilizamos, quando condescendemos, quando toleramos pequenos desvios em princípios instituídos por Deus, nos perdemos a confiança e a admiração das pessoas. Isso é um fato, e existe desde sempre.
Nossa imagem e nossa moral perdem integridade, e passamos  a ser vistos como um qualquer, passamos a ser desprezados.
E o rei Davi perdeu sua integridade governamental também! Uma pessoa que não tem ética com a sua própria família, não terá ética com mais ninguém!
Em Levítico 20:10, lemos; " Se um homem adulterar com a mulher de seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera."
E o rei Davi conhecia muito bem as leis, prezado leitor!
E então, para o rei Davi, ocorreu também a perda da integridade espiritual, e em 2 Samuel 12 : 7 a 9, encontramos: "Então, disse Natã a Davi:" Tu és este homem. Assim diz o Senhor Deus de Israel: Eu te ungi sobre rei de Israel, e eu te livrei das mãos de Saul; e te dei a casa de teu senhor, e as mulheres de teu senhor em teu seio, e também te dei a casa de Israel e de Judá, e, se isto é pouco, mais te acrescentaria tais e tais coisas. Por que, pois, desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal diante de seus olhos?  A Urias, o heteu, feriste à espada, e a sua mulher tomaste por tua mulher; e a ele mataste com a espada dos filhos de Amom."
Veja, prezado leitor, desvios de conduta nos levam a ruptura de nossa integridade física, intelectual, emocional, profissional, moral, espiritual. Somos reduzidos a cacos!
E que lição devemos tirar disso?
Prezados, os riscos e os perigos que todos corremos, normalmente são muito sutis. E é por isso que precisamos estar vigilantes, alertas, e é imperioso entender que precisamos prestar contas de todos os nossos atos. Não se iluda porque é assim, e sempre será!
Se você permitir que Deus confronte a sua vida, e se viver na dependência D'Ele, tudo, absolutamente tudo irá dar certo em sua vida. Aleluia!
Pergunte-se frequentemente: A quem eu devo prestar contas?
Nós sempre precisamos prestar contas a alguém, não é verdade? Faça isso com consciência, faça isso a todos a quem preza, mas faça principalmente a Deus, que é o responsável por tudo em sua vida, inclusive pelo pulsar de seu coração. Seja alegre, seja grato! Deus o abençoará por isso! Serão recompensas EXTRAORDINÁRIAS!
Atenciosamente

 

João Antonio Pagliosa
Curitiba, 03 de maio de 2016. 
p.s.: Este artigo foi escrito com base na ministração do pastor Paschoal Piragine Júnior, na Holy Hour, realizada no Castelo do Batel  em 30 de maio de 2016.
 

 

 

 

 

 

Não falha, não atrasa, não descumpre promessas! | João Antonio Pagliosa
08 de junho, 2016

 

Intercessão é oração em prol de algo ou de alguém, e é base de qualquer Igreja. Igrejas não terão sustentação, se não tiverem intercessores orando fervorosamente. Orar é básico!

Nós cristãos somos herdeiros da benção! Quando ela não me alcança a culpa é apenas minha, porque bênçãos estão sendo constantemente despejadas. Despejadas como chuva serôdia.

Quando estou em estado de pecado, me afasto de Deus, e como que abro um guarda chuva sobre mim. E a chuva serôdia das bênçãos do Senhor, não me alcançam. É uma lástima, pecar!

Na Bíblia aprendemos que somos descendentes de Abraão, e,

descendentes são os dignos herdeiros das promessas de Deus.

Na Epístola de Paulo aos Hebreus, 1 :2, lemos que o Filho, isto é, Jesus, foi constituído herdeiro de todas as coisas, e Ele nos tomou por herdeiros.

Em Genesis 1 : 26, ao criar o homem, Deus disse: “Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” Observe leitor, que Deus fala com o verbo no plural, isto significa que participaram da criação do homem, Deus Pai, Deus Filho (Jesus), e Deus Espírito Santo, e somos oriundos do pó da terra mais água e mais fogo (que é o Espírito Santo, o nosso consolador).

Somos filhos de Deus por adoção; Deus nos ama tanto que sacrificou o cordeiro Jesus, (até aqui Filho unigênito), para que tivesse uma grande família, e por esta morte de cruz somos herdeiros de suas promessas.

Deus sempre quer o melhor para nós, entretanto, nós criamos as dificuldades que infernizam a nossa vida, porque nos dobramos aos anseios de nossa carne.

É preciso força e determinação para lutar contra o pecado pois o  inimigo é sujo, e joga sujo todo o tempo, porém, se com Jesus sofremos, com Jesus seremos glorificados.

Se você é cristão e segue a palavra de Deus, não pode estar em crise. Diga antes: Eu estou em Cristo! Eu sou herdeiro das promessas! Crises passam e são provas. Cristo não passa!

E as promessas me alcançarão quando eu me despojar de mim!

Quando eu alinhar o meu livre arbítrio ao desejo de Deus, que me quer puro, me quer fiel e obediente à sua palavra; então suas graças me alcançarão porque Deus nunca falha, nunca atrasa e nunca deixa de cumprir suas promessas.

Temos que confiar em Deus, confiar até o fim, e o testemunho do pastor Aparecido Rodrigues foi algo estarrecedor, veja:

Aparecido era delegado de polícia e havia prendido um indivíduo que afrontara a lei. Este bandido estava de posse de quantia significativa de dinheiro, e procederam-se na delegacia as ações de praxe.

O bandido assinou documentação que a delegacia havia apreendido seus bens inclusive aquele montante de dinheiro. Tempos depois, o citado bandido foi liberto, ocasião em que todos os seus bens apreendidos foram devolvidos, inclusive a quantia de dinheiro e o bandido voltou a assinar documentação que recebera todos seus bens apreendidos.

O tempo passou e um determinado dia, o delegado Aparecido recebeu uma intimação e foi responder processo, pois o referido bandido afirmava que seu dinheiro apreendido enquanto preso não lhe fora devolvido.

Ora, o delegado Aparecido não deu muita importância ao fato porque sabia que o bandido mentia, e havia documentação hábil na delegacia para provar isso.

E faltando apenas alguns dias para a execução do processo, o delegado Aparecido dirigiu-se a Delegacia para apanhar a documentação do caso daquele bandido, todos os papéis que envolviam o que fora apreendido e que fora devolvido na soltura do bandido. Mas por incrível que pareça toda a documentação daquele caso de prisão e consequente soltura, sumira da delegacia de polícia. Sumira simplesmente e ninguém entendia como.

E não se encontrou nada! Era a palavra do advogado de defesa do bandido que alegava e sustentava que Aparecido havia ficado com todo o dinheiro de seu cliente, contra a palavra do delegado, que não possuía os documentos que comprovariam sua inocência.

Era uma situação complicada para o delegado.

E chegou o dia do julgamento do processo movido pelo bandido.

O delegado havia orado muito, havia jejuado e pedido a Deus que fizesse justiça naquele caso, outras pessoas intercediam por ele, porém nada acontecia.

E, Aparecido foi ao seu julgamento visivelmente abatido, ombros caídos, mente um tanto perturbada pelo inusitado da situação.

Ele se via em maus lençóis, aquele bandido queria prejudica-lo, e ele não tinha as provas para se defender da acusação absurda e mentirosa.

Caminhava com certa relutância e poucos metros antes de chegar ao prédio da justiça, um homem que ele nunca havia visto, tocou seu ombro e lhe disse: “Olha, me pediram para lhe entregar isso.”

E de imediato, passou-lhe às mãos uma volumosa pasta com toda  documentação do caso da prisão daquele bandido que o processara.

Estava tudo ali, os documentos da apreensão, os documentos da devolução dos bens do referido bandido. Tudo!

Aparecido vibrando de alegria, após conferir rapidamente os documentos, virou-se para agradecer ao homem, mas ele não viu homem nenhum... Olhou para todos os lados e nada..., o homem sumira.

Ele então, correu para a sessão de julgamento do seu processo, e obviamente tudo deu muito certo para o delegado, que comprovou sua inocência, e o acusador e seu delegado levaram uma grande reprimenda do Juiz.

São coisas assim que me tocam profundamente! Saber que às vezes precisamos ser provados até o último instante.

Mas precisamos ser fortes; desistir, jamais. Recuar, jamais!

Deus não merece o nosso vacilo, não é mesmo?

Curitiba, 08 de junho de 2016.

JOÃO ANTONIO PAGLIOSA

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

joaoantoniopagliosa@gmail.com

 

A culpa é nossa | Pedro Israel Novaes de Almeida
07 de junho, 2016

Os políticos nuca gozaram de grande prestígio popular.

            A autoridade recente de melhor imagem e memória é Itamar Franco, acusado de ostentar os mais controversos topetes e deixar-se assediar por belas mulheres, todas jovens. Defeitos virtuosos !

            Após séculos e séculos de persistentes desgastes, a figura do político brasileiro, de vereador a senador, de prefeito a presidente, é associada à corrupção, fisiologismo, enriquecimento ilícito e divórcio dos interesses do país. Nosso sistema eleitoral e partidário sempre premiou as piores figuras com reeleições seguidas, quase perpétuas.

            Obras e políticas públicas sempre foram propagandeadas e acreditadas como favores pessoais deste ou daquele político, e são muitos os funcionários comissionados, não raro cabos eleitorais permanentes, pagos com recursos públicos.

            No Brasil, os cargos e funções parecem conferir mais benesses que ônus e responsabilidades, e os ocupantes parecem ungidos, não simplesmente empossados.

            A reação popular, depois de séculos de desmandos, aberrações e desonestidades, só podia vir, e veio, com o descrédito generalizado e repulsa peremptória. Hoje, até letrados confessam e irradiam a noção de que nenhum político presta, e que o poder do voto é mera ficção.

            Ocorre que não existe solução ou melhora que não passe pela via política. A política não é necessariamente suja, e representa o único elo entre a população e o Estado.

            É infantil e irreal a noção de que virá, dos céus, um cavaleiro justo e perfeito, montado em belo corcel, para tornar nosso ambiente probo e respeitador. A ideia, ensina-nos a história, sempre conduziu a ditaduras e fascismos. A democracia é uma prática política.

            Ditadores surgem jurando amor ao pobres e apego aos valores e tradições populares. Aos poucos, lotam as instituições com doutrinados, e acabam colocando o país a serviço de seus interesses particulares e de seu grupo de doutrinados. Como julgam-se enviados dos céus, fazem da terra seu brinquedo predileto.

            A honestidade pessoal não pode ser encarada como virtude, mas como obrigação. Desonesto não é só o que rouba, mas também, e principalmente, aquele que se omite.

            Existem milhares de bons políticos, a maioria pouco referida pela mídia, e, importante, não buscam mandatos consecutivos. Buscar seguidamente a reeleição é desonestidade política.

            Ignorar que existem bons políticos, e lança-los todos à vala comum da latrina nacional, é abdicar do poder do voto e abrir mão da democracia. Os brasileiros votamos mal e de maneira irresponsável.

            Votamos, ainda, no cidadão sabidamente imprestável, pelo fato de um sorriso, cumprimento, parentesco, amizade pessoal ou promessa. A tão aplaudida lei da Ficha Limpa pode e deve ser aplicada por cada cidadão, que bem conhece a fera em que votou, defecando na urna.

            O cidadão que anula o voto ou vota em branco tem, no mínimo, a obrigação de ser candidato, ou convencer algum virtuoso a fazê-lo.

                                                                                  pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.

                      

            

Reforma agrária | Pedro Israel Novaes de Almeida
07 de junho, 2016

             A reforma agrária é tema ideologizado, englobando o próprio direito e conceito de propriedade.

            No Brasil, a reforma agrária, salvo raras e honrosas exceções, acabou confinada à mera distribuição de terras, com ares de reforma fundiária. Os governos populistas de nossa década nada inovaram e pouco providenciaram, na área, contentando-se com discursos e promessas.

            Um dos principais obstáculos à boa reforma reside na seleção de beneficiários, privilegiando o invasor ou acampado, em detrimento do agricultor vocacionado, que segue trabalhando e sobrevivendo, à espera da terra própria.

            O MST, ícone da luta pela reforma agrária, é repleto de preconceitos e idiotias, chegando ao extremo de demonizar culturas como soja, reflorestamentos, cana de açúcar, laranjas e pastos, dentre tantas outras. O movimento outorgou-se o direito de julgar, sentenciar e executar a ociosidade de terras. Cientistas de todo o mundo tentam desvendar a origem dos recursos que garantem a sobrevivência dos acampados e invasores.

            Nossa constituição consagrou a obrigatoriedade de cumprimento da função social da propriedade, mas não delegou ao MST tal constatação. Soa absurdo, desrespeitoso e abusivo algum movimento social ignorar a função do poder judiciário, tentando substituí-la.

            A verificação da ociosidade, à partir de índices mínimos de produtividade, é uma aberração jurídica, econômica, social e agronômica, fadada a jazer por séculos nos meandros judiciários. A produtividade é relacionada a contextos climáticos, trabalhistas, econômicos, sociais e, sobretudo de conveniência produtiva.

            Distribuir terras, sem a rígida e imparcial seleção de beneficiários, e sem as necessárias estruturas de apoio é medida perdulária e inconsequente, que prejudica assentados e toda a sociedade.      

            A reforma agrária deve ser iniciada pelas fronteiras agrícolas, sendo risível e caríssima a efetuada nas imediações de Campinas, Ribeirão Preto e outras regiões muito valorizadas. Outro aspecto a ser considerado é que a terra é um dos constituintes da produção, e é enorme o número de parceiros e arrendatários que, não sendo proprietários, geram produções e empregos.

            Existem caminhoneiros sem caminhão, professores sem escola, médicos sem hospitais, garçons sem restaurantes e trabalhadores urbanos sem casa própria. Se todos resolverem pela invasão ou ocupação, votaremos à idade da pedra.

            Devem os governos angariar, na forma da lei, terras dedicadas ao tráfico de drogas, trabalho escravo, bem como as adquiridas com recursos oriundos de crime, e destiná-las, em valor, a prioridades do país.

            Terras também podem ser financiadas a longo prazo, tal qual habitações populares, e trabalhadores urbanos têm tanto direito à casa própria quanto o agricultor sem terra. Só não pode invadir ou ocupar.

                                                                             pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.  

           

                 

Ética e princípios de vida | João Antonio Pagliosa
29 de maio, 2016

Prezado leitor, viver e agir com ética é prazeroso, agradável e sempre muito reconfortante a nossa alma. Viver e agir com ética e respeitando seu interlocutor, nunca é uma concessão ao outro, antes é um grande presente e uma verdadeira dádiva a você mesmo.

Precisamos sempre crescer como pessoas humanas. Os sábios estão diuturnamente reciclando e lapidando seus conhecimentos, e este crescimento quando espiritualmente alinhado, nos aproxima do divino, e ao realizarmos uma ação benéfica, invariavelmente tranquilizamos nosso espírito e agradável sensação de conforto e bem estar se apodera de nós.

São ocasiões em que nos sentimos úteis e por consequência, felizes e realizados.

Paralelamente, ao transgredirmos regras, leis ou princípios estabelecidos, a culpa nos castiga, a consciência nos acusa e vivemos desconfortos e sensações muito incomodas. É penoso, para dizer o mínimo!

Precisamos todos aprender que não fomos criados para ser independentes, (este é um erro crasso para milhões de pessoas), e em Hebreus, 13:17, lemos: "Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo, porque isto não aproveita a vós outros."

Princípios, são verdades infalíveis que se encontram na palavra de DEUS, e que devem ser implementados em vossa vida cotidianamente, até se tornar um hábito. Quando determinado princípio se torna um hábito, este princípio está consolidado em nossa vida, ou seja, aqui não mais transgrido.

Os princípios foram criados para serem observados e consolidados em nossa vida e em nosso espírito, e o discipulado é criação e ensinamento de JESUS, por isso precisamos obedecer e ser submissos a nossos líderes espirituais. 

Frequentemente digo a meus filhos: "Quem obedece, não sofre."

Esta é uma realidade tão simples, tão singela, mas eficientíssima.

Por vivermos um mundo assaz competitivo, precisamos a todo instante provar e comprovar nossas competências, porque nada é fácil para ninguém que se propõe a vencer honestamente, e é imperioso enfrentar com galhardia as dificuldades cotidianas.

Então, nunca perca a calma e nunca se lamente ao enfrentar obstáculos e problemas que a vida lhe reserva, e principalmente nunca alimente seus problemas tornando-os maiores do que efetivamente são. Alimentar problemas é dar-lhe corda, postergá-lo e não resolvê-lo. E reclamar, só lhe prejudica.

Na realidade nua e crua, os problemas nunca são tão sérios quanto parecem num primeiro momento, e quando os enfrentamos com coragem, conhecimento, fé na vitória e em oração, sempre encontraremos alternativas com soluções honrosas e viáveis.

Precisamos aprender que somos dependentes de DEUS e não das situações terrenas como o seu chefe no trabalho, ou o seu gerente no banco.

Trabalhe sem se importar com as situações sobre as quais não tem controle. Dê o seu melhor, sonhe e clame o socorro de DEUS, porque Ele nunca abandona aliados. Faça a sua parte com todo amor e confiança que DEUS fará a parte dele.

O exemplo de José, filho de Jacó e Rebecca, é extraordinário porque ele venceu sem nunca se importar com as terríveis circunstâncias que o rodeavam. Mesmo sofrendo na pele as injustiças mais desumanas, nunca sossobrou, nunca desistiu, nunca reclamou. Sempre colocou a sua confiança em Deus, e por isso chegou onde chegou, de escravo ao segundo homem mais poderoso de todo o Egito.

Nós precisamos fazer o mesmo. Lutar, confiar, até as últimas consequências, até o fim. Cumprir aquilo que nos compete cumprir. Isso é honra! Isso é glória! Por isso, seremos honrados! Por isso seremos glorificados!

Em Êxodo, 15:13, está escrito: "Com o teu amor conduzes o povo que regataste; com a tua força, tu o levas à tua santa habitação." Pare e reflita alguns minutos sobre a grandiosidade deste versículo.

Que maravilha seria vivermos todos em princípios consolidados, que fantástico seria se nossos homens públicos fossem minimamente éticos e consolidassem os sete princípios abaixo:

1-CARÁTER:É um conjunto de características psicológicas e morais que caracterizam uma pessoa. Em todas nossas ações, o caráter imprime e produz a marca do indivíduo, expressando-a em todas as áreas de sua vida.

2-SOBERANIA:É a qualidade de exercer autoridade máxima, e de decidir com total autonomia. A soberania precisa ser exercida em nosso raciocínio e ela estabelece e expressa o padrão de pensamento bíblico, fundamentado na verdade absoluta.

3-União:Aqui é mister a ênfase que não fomos criados para ser independentes (ver Hebreus 13:17) e o princípio da união estabelece a unidade, isto é, algo único e indivisível. A unidade resulta da própria vontade de estabelecer acordos nos relacionamentos, para um propósito comum.

4-MORDOMIA:A mordomia é um princípio que tem tudo a ver com a administração dos bens que nos cercam. Ela traduz a consciência e atitudes de cuidado com o próximo, consigo mesmo, e com a propriedade, que cada um de nós deve ter. Exatamente por não existirem atitudes de cuidado com o próximo, ocorrem abusos no 
uso do patrimônio público, e inúmeros privilégios são obtidos por alguns em prejuízo de outros.

5-SEMEAR e COLHER:Indubitavelmente todas as nossas atitudes e nossa conduta, geram consequências e o princípio de semear e colher, tem tudo a ver com obediência.Obedeça as suas lideranças, aceite os desafios e reflita sobre as conseqüências, após esta decisão.Evidentemente que sempre dentro dos princípios cristãos.

6-AUTO GOVERNO:Este é o princípio que me ensina a liberdade de exercer domínio sobre a minha mente e sobre minhas ações. A conduta de minha vida é minha decisão, mas se for sábio, entenderei que minha vontade necessita estar alinhada com a vontade de DEUS. Então sou servo e obedeço, mas entendendo que a promessa de vida em abundância é real.

7-INDIVIDUALIDADE:Este princípio é a nossa identidade e reconhece cada homem e cada mulher, cada criatura de DEUS, como seres únicos e distintos. 

É a mega hiper super diversidade da criação do Todo Poderoso.

O capítulo 17 do livro de Jeremias, evidencia que o pecado engana e destrói. O versículo 9 enfatiza que o coração nos engana, ele está sempre propenso a dizer NÃO aos princípios estabelecidos por DEUS, por isso é desesperadamente corrupto.

Então, a todos os corruptos de plantão, (a lista é bem extensa, não é prezado leitor), acordem para esta verdade bíblica, mudem o seu procedimento, arrependam-se de seus mal feitos para com a nação e seu povo. O tempo está findando e não adianta acumular riquezas que você não vai usufruir.

Caro leitor, se me seguiu até este ponto, quero recordar que o povo brasileiro está cansado das maracutaias e mutretas e bandalheiras e mentiras e hipocrisias e insanidades e iniquidades e impunidades de nossos políticos em todas as esferas de poder. Quiçá estes insanos recuperem a razão. É por isso que escrevo, e oro, e clamo, e não desisto nunca.

*Eng. Agrônomo 
joaoantoniopagliosa@gmail.com

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

Curitiba, 28 de maio de 2016.

 

Sugestão para um teatro na escola | J. Barreto
24 de maio, 2016

1° ato:

A Dengue, a Zika, e a Chicungunha entram rastejando, muito fracas e clamando por água, até encontrarem três recipientes com água. Depois de beberem elas se levantam rapidinho, começam a pular e saem de cena.  

  

2° ato:

Um grupo de jovens está distraído num bate papo, quando são atacados pelos mosquitos sem perceberem. Logo alguns começam a reclamar de sono, outros a sentir dor de cabeça, dor no corpo e a ter febre alta; e todos caem no chão.

 

3° ato:

Chega um grupo de mães desesperadas e começam a gritar por socorro, logo chegam o médico e a enfermeira e começam os exames.  O médico diz as mães: “Todos foram picados pelos mosquitos Aedes Aegypti, e alguns estão com Dengue, outros com Chicungunha e outros ainda com Zika, e começam a aplicar injeção em todos eles”. Quando melhoram, um por um vai se levantado cambaleante, e todos saem de cena. 

 

4° ato:

Os três mosquitos novamente voltam rastejando e queixando que não há mais água para eles, nem mesmo em uma tampinha de garrafa. Continuam rastejando até os três recipientes, mas estes tambem estão secos, e por não acharem mais água, começam a agonizar e morrem. 

Leitura | Pedro Israel Novaes de Almeida
24 de maio, 2016

            Somos um povo inculto.

            As notícias chegam, telegráficas, pelo rádio e TV. Revistas e grandes jornais são pouco lidos.

            Manchetes são mais lidas que o conteúdo, e costumam aglomerar multidões defronte as bancas. Comprar e ler livros é um hábito de poucos.

            A leitura escolar sobrevive por ser compulsória, quase limitada a obras didáticas, ou enunciadas nos vestibulares. Livros foram substituídos por apostilas, e já são raros os autores isolados.

            A internet tem sido o maior elo entre o brasileiro e a formação cultural, mas os acessos buscam, em regra, redes sociais, que alternam boas escritas a línguas estranhas, fatos e boatos, com farta desinformação. Bem utilizada, a internet pode ser tão útil quanto um bom livro impresso.

            Rádio, TV e internet substituíram os jornais, no quesito notícia. Antes de abrir o jornal, o cidadão já foi informado do fato, o que tem levado as publicações a comentários, análises e descrições de contextos.

            Esporte, fofocas políticas e sociais, horóscopo e manchetes escandalosas disputam a preferência dos leitores, sempre ansiosos pelo caderno de negócios, sejam de veículos, animais, imóveis e materiais usados, além da oferta de empregos e serviços. O caderno de negócios costuma ser o alvo predileto dos gatunos de bancas.    

            A leitura atenta desenvolve habilidades, como a capacidade de abstração, memorização e entendimento de enunciados. A leitura ensina a língua, tão judiada pelo rádio e internet.

            Com pouca leitura, consagramos a oralidade como meio de transmissão da cultura e informação. A oralidade pode, em determinados contextos, gerar guetos e alimentar vícios, aí incluídos os preconceitos e superficialidades.

            Na verdade, a escrita costuma ser bem mais cuidadosa e elaborada que a fala, e daí mais acreditada. Pouquíssimos autores escrevem “menas”,  termo recentemente utilizado até por um senador da república, em sua tribuna.                                           

            Povos mais cultos e informados constroem ambientes amadurecidos e politicamente mais estáveis, sendo pouco receptivos aos aventureiros de sempre. Costumam ser mais respeitadores e solidários.

            No contexto mundial, figuramos em péssima posição, no quesito leitura.  Outros povos ensinam a leitura como hábito e exemplo familiar.

            Nossa triste condição pode ser avaliada pelos baixos índices de audiência de noticiosos, entrevistas e reportagens especiais, e altíssimos índices dos programas de fofocas e intimidades de famosos. Em nosso meio, são poucas e pouco frequentadas as bibliotecas. Vamos mal !

                                                                                    pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.

 

Morrer sem mistério | Pedro Israel Novaes de Almeida
17 de maio, 2016

Morrer é complicado.

            A maioria das pessoas não teme a morte, mas teme a maneira de morrer. É sonho universal morrer dormindo, sem sofrimentos.

            No Brasil, milhões de órgãos deixam de ser transplantados, diariamente. Existem mais doadores que doações, pois não raro a família nega a vontade do cidadão, e são poucas as estruturas públicas disponíveis.

            Doadores nem sempre manifestam a vontade de doar todos os órgãos. Dependendo do órgão, o cidadão teme que, além de falecer, acabe mal falado.

            Viúvas e agregadas evitam anuir ao transplante daquele órgão, pelo temor de continuarem traídas, mesmo após o passamento. Por ser personalíssimo, tal transplante raramente é praticado.

            Finados e familiares apresentam crescente interesse e simpatia por cremações. É comum aos finados, em vida, a vontade de ser cremado, junto com seus credores e desafetos.

            As cremações estão presentes em poucos municípios, e padarias costumam não fazer tal serviço. A cremação é tendência mundial, e vem sendo cada vez mais praticada.

            Deve ser horrível, ao quase finado, imaginar que a família ficará refém do monopólio exercido por funerária, na esmagadora maioria dos municípios brasileiros. Até vivos com baixo risco de morte ficam indignados com a vedação de concorrência, no setor.

            Existem finados que prescrevem, em vida, o roteiro dos velórios e enterros. A maioria prefere a cerimônia familiar, sem discursos e regabofe.

            Já são raras as carpideiras, portadoras de escandalosos choros e chiliques, regiamente remunerados. Os velórios ainda constituem palco de fechamento de negócios, e início das cobranças à viúva, por dívidas havidas ou inventadas.

            Em boa hora, os velórios deixaram os domicílios e são, hoje, realizados em estruturas especializadas, públicas ou privadas. Nos velórios em casa, fica a impressão, na vizinhança, de que o finado parte mas o espírito permanece, preso, na sala.

            O lado triste da morte surge quando causada por acidentes, crimes ou hábitos nefastos. A morte natural, por idade ou doença incurável, é mais aceita, quando filhos enterram pais, ordem natural da ocorrência.

            O correto seria nascermos com 90 anos, já lentos e alquebrados, e seguirmos vida afora rejuvenescendo, até perdermos a noção de tudo. O difícil vai ser perder a aposentadoria, aos 65 anos !

                                                                                  pedroinovaes@uol.com.br

            O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.     

Aproveitando oportunidades e marcando a história | João Antonio Pagliosa
17 de maio, 2016

Eu não quero passar por esta vida terrena, despercebido. Eu quero marcar história e acredito que todos também querem. Afinal, por que vivo eu?

Ao ler Atos, capítulo 9, versículos 10 a 18, confrontamo-nos com a visita de Ananias a Saulo de Tarso. É uma leitura curta, porém nos ensina muito.

Ensina-nos, que nas ocasiões em que Deus nos chama, devemos estar prontos: “Eis me aqui Senhor!”

Ensina-nos, que nas ocasiões em que Deus nos ordena algo, devemos realizar este algo porque Deus nos capacitará.

Saulo de Tarso era soldado romano e perseguia e matava os cristãos, de tal sorte que Deus lhe aparecera, o derrubara de seu cavalo, e o cegara.

Ananias superou o seu medo e fez o que Deus ordenou. Foi à casa de Saulo e entrando na casa do inimigo, o recebeu como um irmão, e impôs suas mãos sobre ele, dizendo: “Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a visão e fiques cheio do Espírito Santo”.

Imediatamente Saulo tornou a ver, e a seguir foi batizado. A partir daí se tornou o apóstolo Paulo e começou a pregar a palavra de Deus, começando pela cidade de Damasco. Adeus soldado de Roma, bem vindo apóstolo de Jesus. Que tremenda transformação na vida de um homem!

Prezados, nós, como Ananias, não podemos perder as oportunidades que Deus nos dá. Aproveite-as, e marque história na vida das pessoas que o cercam, porque um coração interligado com Deus faz grandes transformações em muitas vidas. Quando Paulo abriu os olhos, a primeira pessoa que viu foi o discípulo Ananias. Ora, Ananias marcou história na vida de Paulo.

E Deus converteu Paulo, porque este perseguia e matava os que seguiam a palavra de Jesus. Todos aqueles que pregavam o evangelho eram mortos, porque ameaçavam a autoridade de Roma. Eram agitadores!

Não existe gente ruim, existe gente que não acredita em Deus. E gente que não acredita em Deus cede ao pecado com muita facilidade. E sob a casca do pecado, quando você a raspa, a primeira coisa que aparece é o orgulho. O orgulho derruba milhões e nós precisamos quebrar os nossos preconceitos.

Quem não quebra preconceitos não marca história. O medo é grande preconceito e precisamos eliminá-lo de nossa vida porque nos amarra, nos prende, nos imobiliza e paralisa nossas ações.

Como Ananias, precisamos vencer nossos medos, nossos orgulhos e enfrentar o inimigo. Enfrentar inimigo com amor cristão, isto é, tentando traze-lo para as mãos de Deus, porque não podemos fugir dos propósitos que Deus nos confiou, e seremos provados em situações difíceis, perigosas, muitas vezes, humilhantes. Mas não esmoreça, não perca a sua fé, não recue, jamais!

O eis me aqui, exige um despertar de nossa parte. Não permita que o comodismo e a procrastinação, façam fracassar o propósito de Deus em sua vida. Se sentir a presença de Deus, aja como Ananias, com destemor no coração, e por isso era ousado, destemido, valente. E falou com Paulo com o coração cheio de alegria.

A forma como falamos, prezados, é muito importante, pois nosso interlocutor, “sente” a nossa determinação, a nossa empolgação. E isso, sempre é vital para atingir os objetivos que pretendemos.

Cavalo encilhado só passa uma vez, portanto, quando Deus o chamar, diga: “É comigo, Senhor Deus. Eis me aqui.”

Há quatro características de quem marca história. São elas:

VISÃO: Sim, só marca história quem tem visão. (Se os problemas são grandes, DEUS é maior. Foque em DEUS, nunca nos problemas.)

DISPONIBILIDADE: Sim, não esteja ocupado quando Deus o requisitar. Desocupe-se e atenda a Deus!

PRONTO PARA O SACRIFÍCIO: Sim, não tema. Paulo, numa ocasião, disse: “Morrer para mim é lucro. Viver para mim é Cristo.”

NÃO ESCOLHA A TAREFA FÁCIL: Sim, só marca história quem não escolhe a tarefa fácil, mas Deus honra e capacita todo aquele que o honra.

Então, prezado que me lê, saia de sua zona de conforto, de sua vida de mesmice, de calmaria e tranquilidade. Saiba que Deus quer usar você!. Deus quer muito mais de você! Faça a sua parte!

Respondendo a pergunta do primeiro parágrafo: “Eu, João, vivo para servir a Deus e quero garantir o meu passaporte para o céu.”

E você, meu prezado?

João Antonio Pagliosa

www.palestrantejoaopagliosa.blogspot.com.br

Curitiba, 15 de maio de 2016.