A Revolução Constitucionalista de 1932

A Revolução Constitucionalista de 1932 Fonte da Foto: Divulgação

Com a tomada de governo, Getúlio Vargas governava sem a Câmara de Deputados ou outro órgão de origem democrática. Isso preocupava seus aliados que exigiam a convocação de eleições para presidente e para deputados.

O grande estopim que inflamou o sentimento de revolta da população de São Paulo foi o assassinato de quatro estudantes paulistas por policiais, em um conflito no dia 23 de maio, data que também entrou para a história do estado.

As iniciais dos nomes dos jovens -M.M.D.C. - Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - tornaram-se o símbolo da revolução e batizou o movimento.

Veja foto de cartão postal que homenageia os combatentes.

 

 

 

 

 

 

 

A exigência por uma nova Constituição era prioridade para a sociedade burguesa de São Paulo, que iniciou a revolução oficialmente no dia 9 de julho de 1932, combatendo contra o governo nacional durante três meses. O combate chegou ao fim em 2 de outubro de 1932, com a rendição dos paulistas.

Na capital paulista, o obelisco do Ibirapuera é um marco construído para simbolizar a dor da perda da vida dos estudantes.

O monumento é projeto do arquiteto ítalo-brasileiro Galileo Ugo Emendabili e abriga os restos mortais dos ex-combatentes da Revolução Constitucionalista de 32, dos estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo e guarda registros históricos do que aconteceu naquele período. A arquitetura diferenciada conta com três capelas construídas sem paredes ou divisórias.

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