Muitos não entenderam a suposta jogada do vereador da base

Muitos não entenderam a suposta jogada do vereador da base Fonte da Foto: assessoria

Não se sabe de quem teria sido a ideia de supostamente tentar comprometer ou trazer constrangimento à Mesa da Câmara como também uma suposta pressão sobre o trabalho do presidente do Legislativo, Barreto de Monte Neto, no caso do suposto cerceamento do trabalho de vereador, anunciado em plenário por Alessandro Rios.

A reclamação foi feita por último na palavra livre da sessão de segunda-feira, em que o vereador da base do prefeito, Alessandro Rios, queria que a sessão fosse paralisada a certa altura, para uma reunião dele e mais seus companheiros vereadores com a Mesa e o presidente, para discutir um assunto que era, como foi explicado, um ato interno.

Mostrando firmeza o presidente do legislativo, Barreto de Monte Neto, disse que seria impossível paralisar uma sessão para uma reunião em que nem mesmo ele tinha conhecimento. A reunião acabou acontecendo depois da sessão e Rios com os demais vereadores acabaram entendendo que as normas não permitem certas mudanças de rota de viagens solicitadas de última hora por vereadores, o que acabou sendo entendido.  Mas para uma boa parcela da sociedade o que não ficou explicado foi por que o vereador Rios queria que paralisasse a sessão para discutir um assunto que acabou sendo resolvido de forma pacífica, após a sessão. Uma suposta jogada inédita que muita gente não entendeu.

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