Para políticos não passa de queda-de-braço entre prefeito e Câmara

Para políticos não passa de queda-de-braço entre prefeito e Câmara Fonte da Foto: ilustrativa

Alguns políticos que demonstram entender e muito bem como funciona o sistema político praticado pela família Silvestre chegaram a adiantar que o prefeito não estaria prestando muita atenção a onde tudo isso poderá chegar, já que não esteve nas três audiências públicas dos caminhoneiros, apenas enviando representante, praticamente não chegando a uma conclusão mesmo que fosse encontrar uma alternativa, que somente agora estaria sendo providenciada, segundo um caminhoneiro, isso depois de muita discussão.

Se faz necessário esclarecer que a Lei revogada pela Câmara manteve o artigo que proíbe o tráfego de caminhões no centro da cidade, mas é trivial serem vistos pela população que já observa co fato com certa indiferença.

Até mesmo alguns motoristas de caminhão que estiveram nas Audiências Públicas  observaram que essa queda-de-braço entre o prefeito Jô Silvestre e os vereadores de oposição, não passa de picuinha política. No sábado, em conversa com alguns caminhoneiros de Avaré que já tinham lido a reportagem no Jornal A Voz do Vale, informaram ao do Jornal do Ogunhê que o prefeito não está prestando a atenção que tudo pode se reverter contra a cidade e um deles disse que isso foi falado durante uma audiência: quem sairia perdendo era a população por culpa da Prefeitura, caso caminhões sejam impedidos de sair ou entrar na cidade.

Para certos comerciantes que recebem cargas grandes de calçados com quem o Jornal do Ogunhê conversou, esse comportamento do prefeito pode traçar uma situação em que não apenas os caminhoneiros sejam prejudicados, mas também o comércio de Avaré, porque existe uma união muito forte nessa categoria que é reconhecida. Interessante para alguns é que o prefeito Jô Silvestre antes dessa declaração se alinha a discussão com a oposição da Câmara, deixando supostamente evidenciada uma discussão inglória, tanto que para resolver sem aparecer o prefeito chegou a pedir uma reunião com os caminhoneiros, mas que se recusaram a participar afirmando que o prefeito não esteve um dia sequer das audiências públicas dos Caminhoneiros e que agora lança essa posição com a Câmara, supostamente tentando usar os caminhoneiros para ganhar uma queda-de-braço que não ajuda em nada a cidade.

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