Paulo da Barra comparece à Polícia para primeira oitiva

Paulo da Barra comparece à Polícia para primeira oitiva Fonte da Foto: divulgação

De acordo com Inquérito número 3043396/2019, no dia 14 de maio de 2019, José Paulo Santos de Oliveira (Paulo da Barra Grande) foi ouvido na sede da Delegacia de Polícia de Avaré pelo delegado de Polícia, Marco Aurélio Gonçalves Gomes. Paulo da Barra Grande declarou à autoridade que, na época, era morador do bairro Barra Grande em Avaré, mas que atualmente estava residindo em Cajamar.

Narrou que, quando morador daquele bairro, foi solicitar informações ao secretário de Saúde que teria feito a transferência de todos os médicos do Posto da Barra Grande, que ficou sem atendimento médico, sendo que a população estava sendo trazida para atendimento na cidade de Avaré. Disse, ainda, que a unidade de Saúde do local tinha mais de 30 anos e que a população estava acostumada a ser atendida ali; que procurou pelo secretário, várias vezes, e nunca foi atendido. Quanto ao dia em que o secretário alega que o declarante (Paulo da Barra Grande), ameaçou “arrebentar a porta, caso não fosse atendido”, relata que não aconteceu em momento algum, estando acompanhado pela vereadora Adagisa Ward e pela jornalista Cida Koch do jornal In Foco, as quais são testemunhas que isso não ocorreu.

Afirma que todas as cobranças já realizadas quanto ao Posto de Saúde são feitas à pessoa do secretário de Saúde e jamais à pessoa física de Roslindo; que já fez várias cobranças no que se refere à área da Saúde da cidade, pois acredita que, como cidadão, tem o direito de cobrar melhorias, informações sobre tudo que envolva a saúde; que nunca teve a intenção de perseguir a pessoa física de Roslindo, sempre se reportando ao secretário de Saúde.

Que no governo anterior fazia cobranças à secretária de Saúde Vanda Nassif, porém, na administração anterior, sempre foi recebido pelo governo; que apenas foi recebido pelo secretário Roslindo uma vez, logo no começo do mandato, sendo o mesmo (secretário) grosso e ríspido, não mais atendendo o declarante; que nega os crimes de desacato, injúria, difamação e quais outros lhe sejam imputados, sendo que apenas cobra o secretário por melhorias para a Saúde de Avaré. Nada tendo mais a perguntar, a autoridade deu encerramento, sendo os documentos devidamente assinados.

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