Prefeitura impõe dificuldades sobre dados do H1N1 em Avaré

Prefeitura impõe dificuldades sobre dados do H1N1 em Avaré Fonte da Foto: Divulgação

Além de ser criticada pela sociedade a saúde de Avaré deixa uma forte conotação de estar sempre na contra mão da realidade, mesmo tendo vários órgãos de informação na cidade que em certos assuntos de grande relevância na saúde poderiam ser utilizados.

A Comarca trouxe nesta sexta-feira, dia 6 de julho, uma importante informação a que a população precisa reagir, porque depois que morreu há mais de 10 dias o garoto de 12 anos, provavelmente pelo contágio da gripe H1N1, a Prefeitura de Avaré, segundo A Comarca, tem dificultado o trabalho da imprensa não dando informações a respeito da doença.

Segundo o jornal, a reportagem teria entrado em contato até mesmo com a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica de Avaré, Ariane Gonçalves, a qual teria dito à reportagem que ela não tinha autorização para passar dados sobre pacientes, com suspeita ou não, de quaisquer enfermidades, pois são sigilosos. Explicou, apenas, que existem diversos exames enviados para outra cidade para a detecção não apenas do H1N1, como também de outras doenças.

O que não foi levado em conta pela enfermeira é que a reportagem buscava informações sobre os números e não sobre dados pessoais de paciente, pois jornalistas dominam muito bem e respeitam o que se refere a sigilo médico. Ainda sobre o caso a enfermeira fica claro que para certos assuntos superiores existe uma determinação que somente a Secretaria de Comunicação pode prestar esclarecimentos à imprensa.

 

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