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17 de maio

A notícia que corre nos corredores da Câmara é que já tem vereadores com olhos na “caixa preta” do Centro Administrativo, tendo em vista certos salários que aparecem no Portal da Transparência.
  Existe até indício de servidor que está recebendo via conta bancária, sem ao menos aparecer na repartição e, segundo uma fonte de dentro da Prefeitura, ninguém conhece.
  E continua chamando a atenção a pressa do prefeito Jô Silvestre em realizar a festa da Emapa em Dezembro já com artistas famosos selecionados para a festa. O fato é que o prefeito está dando de ombros para o resto.
  O que não sabemos ainda como é que a Câmara que já mostra uma preocupação vai lidar com esse problema, como ocorreu no ano passado. Segundo consta, o prefeito não consultou nenhum setor da sociedade.
  E o clima esquenta entre professores e Prefeitura que o prefeito resolveu empurrar o problema para a Secretaria de Educação e com todos esses problemas financeiros o prefeito só pensa nos megashows.
  Sem progressão no salário os professores se manifestaram em frente ao Paço Municipal já por duas vezes e nada está sendo feito, mas, por outro lado, a vice-prefeita está tentando dar aulas em Avaré.
  Interessante que no governo de Paulo Novaes Bruna ‘desceu a madeira’ no governo e, hoje, seu irmão como prefeito faz bem pior que o ex-prefeito e ela não usa a rede social para juntar-se às professoras e reclamar.
  Feira da Lua já passou a ser outro problema na lista do prefeito Jô Silvestre e pensando bem, embora o evento seja bom, está acabando com o mosaico português que é uma marca registrada das praças de Avaré.
  O pior é que os participantes da Feira da Lua não concordam com sua remoção daquele local e já estão gritando. Resta saber qual a atitude que o prefeito vai tomar nesse contexto.
  E os murros de arrimo do bairro do Camargo estão voltando a ser notícia com problemas que começaram quando o pai de Jô Silvestre era prefeito e que continuam agora que o filho está no governo.
  “Por que não averiguar para onde está indo o dinheiro público” questionou a moradora do bairro Camargo, Lucilena Philadelfo, já que para seu bairro não vai indo nada e o bairro está esquecido.