Avaré completa 160 anos com demolições e muita discussão política

Avaré completa 160 anos com demolições e muita discussão política Fonte da Foto: arquivo

O que deveria ser uma data comemorativa ao desenvolvimento sócio econômico, progresso,   história, origens, cultura de uma gente  inteligente e inovadora é visto como um município que está 40 anos atrasado, que perdeu chances, oportunidades, não soube aproveitar seu momento político, sua logística como estar localizado a 15 minutos Rodovia Castello Branco, não explorou o turismo das belezas e paisagens  como represa de Jurumirim, locais aprazíveis como o  Cristo Redentor,  lazer do horto florestal  e áreas verdes. Empresas que tiveram como destino outros centros urbanos, deterioração do patrimônio histórico na gestão 1997-2000, um governo municipal demolindo o kartódromo, pista de motocross.

Muitos imóveis que fizeram parte da história de Avaré não estão tombados. Lembremo-nos que um povo que ignora sua história está condenado a repetir tragédias, a história é, teoricamente, uma ciência que estuda os homens através do tempo. Ela investiga que os homens pensaram, fizeram e sentiram enquanto seres sociais. Ao estudar a história deparamos com o que os homens foram e fizeram, isso nos ajuda compreender o que podemos ser e fazer.  Como diz o atual prefeito de Curitiba Rafael Greca, DEM, as cidades não precisam ser somente governadas, sim, educadas. “As cidades precisam estar acima de suas dificuldades” lembrando que ela foi o nosso berço e a nossa casa, será a nossa sepultura.” 

Percebe-se que o lado político do “eu mando” tem muito mais importância para alguns que não têm, em tese, qualquer compromisso com a cidade, pensando apenas na retórica diária da político partidária, com traições, mudanças repentinas de partido, com uma parcela de políticos apenas eventualmente “querendo se dar bem”, causando sérias discussões nas quais quem perde é a cidade.

Avaré comemora o aniversário de sua fundação na data de 15 de setembro junto com as cidades de Limeira, Ponta Grossa, Pelotas e Curitiba. O que curiosamente indagamos é o que diriam desta festa cívica os saudosos Major Vitoriano de Souza Rocha, Domiciano Santana, Maneco Dionísio e os historiadores Francisco Franzolin, Tininho Negrão e Cláudio Cortez se vivos tivessem?

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