Bomba do Covidão pode sobrar para Jô Silvestre e Zandoná

Bomba do Covidão pode sobrar para Jô Silvestre e Zandoná Fonte da Foto: arquivo

Não custa lembrar que toda a história envolvendo a compra desses medicamentos de tratamento para Covid a preços exorbitantes é um verdadeiro rascunho de coisas erradas que está chamando a atenção de entendidos em questões de licitação e fraudes.

O rolo todo giram em torno de uma empresa, localizada em um bairro periférico de Aparecida de Goiânia e que havia sido aberta em 2019, que teria vendido esses medicamentos a valores bem acima do mercado. Em um dos empenhos teria fornecido para a Prefeitura frascos de Midazolam 5mg/ml em solução de ampolas de 10 ml cada. Só essa compra passou de R$ 200.000,00 e o medicamento, um potente sedativo, seria para o Pronto Socorro Municipal. 

Há suspeitas fortísssimas de que os preços teriam sido superfaturados, e isso deveria estar sendo investigado pela CPI da Câmara, que ficou quase três meses na gaveta, sem transparência, mas bastou o GAECO levantar a sobrancelha que a Comissão literalmente “saiu da toca”.

Alguém precisa avisar que essa CPI pode fazer sobrar responsabilidades para Jô Silvestre e também manchar definitivamente a carreira de Flávio Zandoná, que, em tese, deixou as investigações quase caírem no esquecimento e que por vários meses não divulgou as oitivas, então não está difícil para o GAECO verificar que teria havido prevaricação, ainda mais com a presidente da CPI, Carla Flores, ter abandonado a CPI para viagem internacional, um fato que Zandoná jamais deveria ter permitido, mais uma prova que ele não tem mando na Casa de Leis, onde funcionário supostamente usa celular em horário de serviço para brigar com jornalista em rede social e nada acontece, um fato que merece muito bem ser esclarecido. 

Veja Também