Prefeito precisa pensar em um plano de segurança alimentar

Prefeito precisa pensar em um plano de segurança alimentar Fonte da Foto: ilustrativa

Cabeças pensantes da cidade que conhecem muito bem o sistema político de Avaré já opinam, e com conhecimento de causa, que a Prefeitura deveria pensar em um plano municipal de segurança alimentar e se preocupar mais com a população que vive o desconforto de, muitas vezes, não ter nem mesmo o que comer ou dar aos seus familiares.

Nesse contexto, providências inteligentes e pragmáticas deverão ser tomadas e nessa condição se faz necessário que a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, faça um trabalho de criação de um projeto de erradicação da fome e miséria em Avaré o que não é tão complicado para o setor em questão.

Não se pode esquecer que nas condições que a cidade atravessa a fome externa mais letalidade quantitativa do que o próprio coronavírus, ela mata as pessoas dentro das periferias urbanas que, na maioria das vezes ou quase sempre, são invisíveis às nossas elites brasileiras.

Nem é necessário lembrar às autoridades locais que a fome mata e gera inúmeros problemas de saúde social como mortalidade infantil, desnutrição, deficiência calórica, deficiências protéicas até neurológicas restringindo as funções neurológicas quanto ao comportamento capacitivo, cognitivo do indivíduo, o que dificulta tomar decisões, causando violência urbana como homicídio, latrocínio, suicídio e roubos.

E assim aumentando incidência de delitos como furtos, violências domésticas como agressão física entre familiares, bem como lei Maria da Penha, violência no campo, violência moral entre indivíduos e familiares, transtornos mentais como depressão e tédio, enorme incidência de ações judiciais de divórcios, abandonos de lares, destruindo o maior cimento e célula da nossa sociedade, a família.

O prefeito Jô Silvestre não se manifesta sobre esses fatos e muito menos o setor de saúde, promover campanhas de alimentos em repartições públicas federais, estaduais e municipais, realizar parcerias com a iniciativa privada e entidades filantrópicas. Por fim, um projeto de combate à fome, um programa similar ao fome zero, que poderia ser batizado a título de exemplo por essas nomenclaturas como comida no prato, refeição na mesa, barriga cheia, Avaré sem fome, Avaré no prato.

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