Produtos alimentícios continuam aumentando de preço

Produtos alimentícios continuam aumentando de preço Fonte da Foto: Ilustrativa

Já está ficando cada vez mais fácil de entender porque a população pobre começa a ter dificuldade para receber alimentos como donativos, em plena pandemia que cada vez mais aumenta não apenas em Avaré, mas também em outras cidades brasileiras.

Ainda se nota que, nos grandes centros, a doação ainda aparece, isto porque o número de habitantes em condições de fazer doações é maior que nas pequenas cidades e os preços nas prateleiras dos supermercados não param de subir, isto porque as fábricas e distribuidoras têm que repassar o preço ao consumidor final.

Segundo especialistas no assunto, famílias da classe média para baixa já começam a segurar os gastos em razão da dinheiro e, com isso, no fim dessa fila caem as doações de produtos alimentícios, colocando os necessitados de cidades com menos de 100 mil habitantes em situação de calamidade.

Enquanto isso o que vemos  é que o número de infectados que aumentam nas pequenas cidades, sem condições de internações já que não existem vagas de leitos de UTI, como é o caso de Avaré que está com a Santa Casa com 100% de leitos de UTI e até enfermaria lotados, recebendo a conta gotas apenas 5 ou seis ventiladores de deputados que fazem média política saindo na foto com o provedor da Santa Casa. Enquanto isso, os produtos alimentícios continuam subindo nas alturas e numa velocidade que deixa qualquer cidadão perplexo.

 

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