Recesso parlamentar causa polêmica geral em Avaré

Recesso parlamentar causa polêmica geral em Avaré Fonte da Foto: arquivo

Certos comportamentos por parte de alguns vereadores que vêm ocorrendo na Câmara não corroboram para o bom andamento do legislativo de Avaré, demonstrando, em tese, não estar existindo interesse em discutir assuntos relevantes sobre a cidade e sua administração.

Na última sessão, segunda-feira, 13 de julho, foi anunciado que a Câmara entra em recesso parlamentar e as sessões ordinárias estão programadas para voltar no dia 3 de agosto. A paralização do poder legislativo em uma cidade como Avaré, nesta difícil época de pandemia que atravessamos, deveria ser estudada com mais cautela, pois se trata de um poder fiscalizador e o local de serem discutidos assuntos de diversas naturezas condizentes com a cidade.

Dá-se a impressão que alguns vereadores estariam cumprindo aviso prévio, depois de ficarem do dia 23 de março a 8 de junho sem sessão, não existindo apresentação de requerimentos, indicações e muito menos a palavra livre, sendo que, nesse período, realizaram 7 sessões extraordinárias para aprovar projetos enviados pelo prefeito.

Marialva Biazon lembrou da existência do parágrafo único do projeto de resolução que deixa condições das sessões serem realizadas, durante o recesso, e disse que a decisão já estava tomada antes dos casos suspeitos de Covid-19 na Câmara.

O vereador Toninho da Lorsa também deixou claro que é contra esse recesso, uma situação que não é saudável para o legislativo que tanto defendeu a reabertura do comércio, agora anunciam esse recesso, quando foi prometido, ao suspenderem as sessões com o avanço do coronavírus, os dias seriam compensados durante o recesso de julho ano, o que não será feito conforme prometido.

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