Tesoureira e secretária do PSD pedem desfiliação

Tesoureira e secretária do PSD pedem desfiliação Fonte da Foto: Reprodução

Com relatos detalhados de situações vivenciadas antes e durante o período eleitoral, a advogada Patrícia Gaiotto e a médica Ana Caroline Fernandes, respectivamente secretária-geral e tesoureira do Partido Social Democrático (PSD) pediram desfiliação por meio de uma carta endereçada à direção da agremiação partidária.

Na mensagem, afirmam ter entrado no partido com a promessa de moralização da política local e valores de ética e vontade de combater a corrupção. Relatam ter percebido aproximações estranhas de apoiadores da atual gestão municipal e afirmam que o partido “mais parecia uma sucursal de excluídos do governo Silvestre”, ao qual se dizia de oposição, mas que, em tese, se mostraram partidários da atual administração.

Ambas citam ainda que enfrentaram problemas na campanha por “profissionais” advindos de antigos apoiadores do atual prefeito e reclamam que as decisões, ao invés de serem em grupo, como havia sido prometido, eram costuradas por uma “reduzidíssima” minoria.

Elas também relatam indeferimentos de candidaturas causadas por “erros primários” do profissional contratado, situação que coube à Dra. Patrícia Gaiotto, na qualidade de advogada do partido, juntamente com o auxílio de outro causídico, em verdadeira maratona jurídica, reverter os processos junto à Justiça Eleitoral.

Ambas também citam que estão sofrendo “ataques vis, sórdidos e covardes” nas redes sociais após o rompimento destas com este grupo, que tomou caminhos obscuros e conflitantes com a dignidade política e humana.

Elas também se dizem “estarrecidas com o destino da agremiação na política local” e que sempre advertiram os coordenadores da campanha e o candidato a prefeito da ocasião, Denilson Ziroldo, as quais alertavam para eventuais perigos de traição, o que também se concretizou de forma cabal na eleição para a Presidência da Câmara.

 

Veja Também